Esse tipo de moradia se chama Yurt (Pouy-de-Touges)
Meu estado depois de passar duas horas podando tomateiros (mais na Revista Piauí)
Essa daí é a Salomé
Jonathan trabalhando na fazenda
Aqui estou colhendo cebolas
Posando com os girassois
Teve festa na França também, claro
Carcassonne. Visitem também.
Esse aí é o Johannes, belga que já morou num prédio em Telaviv onde judeus e palestinos convivem em paz (Carcassonne)
E essa é a Françoise, professora de inglês que nos hospedou na casa dela
agosto
E então fui pra Turquia, para participar do Congresso Mundial da Juventude. Aqui com Luciana (Brasil), Larissa (Brasil), Nelly (Quebec) e Raquel (México) em frente à Mesquita Azul (Istambul)
Dentro da Mesquita Azul
A América Latina na Ásia (Istambul)
O lindo do Ricardo, colombiano que conheci em Brasília e reencontrei na Turquia
Aile, em turco, é "família". Essa era a minha, viajamos juntos para fazer trabalho voluntário em Mainsa, uma cidade perto de Ismir. Vamos lá para a identificação de cada um:
Iffat (Paquistão), Sebastián (Argentina), Wujoud (Iêmen), Julian (Austrália)
Caleb (EUA), Veronica (Havaí), Said (Bangladesh), Medea (Geórgia)
Mia (EUA), Patrick (Alemanha), Darin (Palestina), Bablo (Nigéria)
Aziz (Marrocos), Soledad (Argentina), Ayoub (Marrocos), Samia (Bangladesh)
Nelly (Quebec), Ylber (Itália), Huda (Egito), Greg (Polônia)
Azem (Turquia), eu, Suleyman (Turquia), Linda (Hungria)
Christie (Quebec), Abdullah (Turquia), Diana (Itália), Jaya (Nepal)
Pintamos o ginásio de um centro de juventude (minhas havaianas têm tinta até hoje)
E aí participamos da encenação de um casamento turco tradicional (você aí morrendo de calor, imagina vestir três camadas de roupa de veludo no verão turco). Aqui estou com o Aytaç, meu irmãozinho da minha altura. Ele torce pro Fenerbahçe ♡
Com Samia, de Bangladesh, no dia do aniversário dela (Istambul)
Estamos desenhando a palavra "iyiyim", que em turco significa "bom" (Ayoub/Marrocos, Diana/Itália, eu, Patrick/Alemanha, Christie/Quebec, Abdullah/Turquia)
Adoro essa foto porque adoro essas gurias. Nelly, Mariana e Raquel. E olha, não era fácil aguentar o Congresso + os passeios + o calor. Só não dormia quem tinha insônia (eu)
No fim do congresso rolou um carnaval na principal rua de pedestres, a Ïstiklal
E eu tava lá.
É verdade, olha aí.
A Nelly se tornou uma verdadeira irmã. Fazíamos tudo juntas, compramos a mesma sandália, dividíamos espaço na mala durante a viagem, éramos gêmeas (até o dia em que ela resolveu tomar o tal iogurte salgado turco porque eu tenho limites né)
Em frente a algumas mesquitas existe uma pia onde os homens se lavam antes de entrar e as mulheres se refrescam. Aqui estou com o queridíssimo Rodrigo (argentino)
No estádio do Fener com o Aslan, o professor de História que nos regalou o melhor e mais mágico dia no lado asiático de Istambul. (aqui tem um aperitivo, mas não sei se qualquer um pode ver)
Para fechar a Turquia, fiquem com o vídeo que a gente produziu durante uma viagem de barco pelo Estreito de Bósforo, onde o Ocidente encontra o Oriente:
Acabou a Turquia e fui dar um pulinho na Inglaterra. Aqui, no show da banda Chik Budo, esse tecladista se chama Dan e ele é meu amigo hein (Londres)
A Françoise (que apareceu ali em cima) estava em Londres visitando o filho, então passeamos juntas um dia
Quem me hospedou foi esse sacripanta aí da esquerda, o Chu. Nessa foto estávamos em um almoço com a galera do trabalho dele (o mexicano à direita mora num barco sensacional)
setembro
Cheguei na Suécia em meados de agosto mas já tinha foto demais ali em cima então corta para o festival no 7 de setembro, organizado pela embaixada brasileira. O sueco que me hospedou toca nesse grupo de maracatu (Estocolmo)
Outra amizade que INFELIZMENTE fiz em Estocolmo foi com o Felipe, esse MONSTRENGO ♡
Lá pude acompanhar as eleições gerais suecas. Aqui o Partido Pirata fazia campanha a favor da reforma do copyright distribuindo livros na Sergels Torg, a praça central de Estocolmo
Tomando café com Rick Falkvinge e Anna Troberg, respectivamente o número 1 e a número 2 do Partido Pirata sueco
Esse é o Johan, o sueco que me hospedou em Estocolmo. Ele fala português, morou no Rio, tem uma rede na sala e um cooler gigante da Brahma na cozinha.
Jogo de hockey
Esse navio se chama Vasa e foi resgatado do fundo do mar há algumas décadas. Hoje há um museu dedicado à história dele (Estocolmo)
Corta pra Londres de novo. Almoço com o Chu (batata assada com feijão, nem faça essa carinha de nojo porque é muito bom)
Tinha que ter pelo menos uma foto do Meu Amigo Espanhol, que agora mora em Londres
Dormi a siesta embaixo dessa árvore.
Jon Hart e Flick, que me hospedaram em Londres
Num café com o Oli depois do nosso almoço no restaurante tailandês
outubro
Espanha de novo, pra arrumar as malas e me despedir dos amigos (La Bombilla, La Coruña)
Tchau balada.
Tchau Montse ♡
Tchau Belen
Tchau Estrella Galicia.
Alô Brasil.
Show d'O Teatro Mágico no SWU
Tica e Gustavo no show do Dave Matthews, no SWU
Ninguém encosta hein (Gui e Sandro na Benedito Calixto)
novembro
Equipe da Fli Multimídia no inesquecível Fórum de Cultura Digital, na Cinemateca (Lucas, Alexandre, Lia, André, Felipe, Roberta, Celso, eu, Gabi, Rodrigo, Afonso e Léo)
Com o Gustavo e a Tica no Planeta Terra
Quem desvenda os mistérios de Fausto Sposito? Planeta Terra.
Smashing Pumpkins
dezembro
DPFest na Paulista com Léo Mendes, Guilherme, Léo Aquino, Sabbag, Mau e Raphael
(mas também amo o Lessinha, o Jones e o Léo Bertozzi que não saíram na foto)
Reveillon em Copacabana com Fábio Rex, Náshara e Gui (e, claro, o Johnny, autor dessa belíssima foto)
Churchill certa vez disse que nunca fez amigos tomando leite, eu também não. Aliás, amigos de verdade também poucos fiz tomando cerveja, mas conheci um casal fascinante há algum tempo.Ana Clara e Miguel começaram a frequentar o pub do qual sou habitué há cerca de seis meses, sempre chegavam por volta das oito horas e pediam uma porção de polentas, ela costumava beber um martini, ele sempre ia de cerveja escura.
Sentavam por muitas vezes ao meu lado e em um desses dias começamos a conversar, algo que se tornou rotineiro dali para frente. Depois de uns dois meses Ana começou a vir sozinha, até então só praticávamos conversas e filosofias de botequim, mas, Ana decidiu se abrir e passamos a ter mais intimidade (calma leitor, mas não tanta intimidade assim).
Ana contou porque estava vindo sozinha agora – eu disse que não perguntara antes por questão de discrição, mas confesso que era pelas polentas que agora sobravam mais para mim -, ela e Miguel haviam começado a relação a pouco tempo e Ana ainda nem conhecia os pais dele. Foi fazer isto duas semanas antes do dia em que me contava os detalhes, Miguel é sujeito abastado, filho único sempre fora superprotegido e mimado.
Ao chegar Ana se deparou com um verdadeiro banquete, até perguntou se mais gente viria para o jantar, mas, logo viu que era somente uma das formas da família de Miguel exibir opulência e vaidade. Tudo ocorreu bem naquele dia, todos se empanturraram, riram, fizeram piadas de gosto duvidoso e então a mãe de Miguel mostrou a casa para Ana que ficou encantada e não cansou de elogiar tudo aquilo.
Porém, no dia seguinte Ana foi convidada a retornar a casa de seus sogros em potencial, mas, não era para jantar. A mãe de Miguel a acusava de ter roubado um pente de seu quarto.Com cabo de marfim e a cabeça de uma raposa esculpida nas extremidades dele, tinha grande valor para a família de Miguel, em especial sua mãe que disse viu Ana admirar o objeto enquanto ela lhe mostrava o seu quarto.
A acusação é de que Ana pegou o pente em um momento de distração da mãe de Miguel que dizia ser Ana a única suspeita do roubo, Ana negava veementemente, Miguel defendia Ana e o pai de Miguel quase dormia ouvindo a discussão. Ana, brava, rompeu com Miguel, disse que precisava de um tempo.Depois de mais ou menos um mês Ana apareceu novamente com Miguel no pub, o pente reapareceu nas casas dos pais dele, estava dentro de uma gaveta e sua mãe se desculpou com Ana que nunca pareceu tão feliz.
Durante um tempo essa harmonia reinou no universo do casal, mas recentemente Ana apareceu mais uma vez sem Miguel. Ela confessou que estava muito nervosa no dia que conheceu seus ex-sogros e, em um ato que lhe escapa a compreensão, pegou o pente. Vendo a confusão que tinha armado “plantou” o pente novamente no seu cômodo original mas se remoendo de culpa e contando com o suposto amor incondicional de Miguel contou tudo para ele.
Mas Miguel não teve a reação esperada por Ana e deu fim ao namoro naquele momento, na verdade nunca mais tornaram a se ver ou a se falar, Ana passou por um breve período de depressão, mas hoje até ri do episódio. Miguel se sensibilizou tanto com a situação que voltou a morar com seus pais e no ultimo natal deu uma caixa cheia de pentes raros para sua mãe. Parente é, ter pente.
Por Gilberto Amendola
Gosto quando passeia descompromissada pelas notas desse velho piano. Ela sempre acaba perdida em melodias sentimentais, retalhos de Mozart, Jobim e outros que não reconheço. É quando encosto minha mão em seu ombro, fecho os olhos e busco, na memória viva, a sensação da minha carne morta. Percebo o tremor percorrendo o corpo dela. Ela sabe quem está aqui. Ou desconfia. Ou teme. Ou sonha. Ou nada.
Queria te dar um beijo – mas seria uma mímica ridícula. Iria me diluir feito fumaça no momento desastrado em que encontrasse sua boca. Você me engoliria. Talvez construísse uma casa nas paredes do seu útero. Até o dia em que você me parisse, me inventasse outra vez. Adoro essa música. Não pare agora.
Melissa! Eu grito, mas nada acontece. Nem um som oco. Nada parecido com as canções, sinfonias e passarinhos que você costuma captar com seus ouvidos profissionais. Acho que tenho ciúme do piano. Tão imortal, tão grave, imponente e viril...
Lembro do dia em que te conheci. Nunca tinha entrado naquele bar, mas o lugar me parecia perfeito para escapar do temporal e matar o tempo. Me sentei no balcão e esperei pelo barman. “Cadê o barman?”, perguntei. Você se virou, lançou um sorriso cínico e me respondeu. “Sou eu. Sou o barman.”
Sei que é um clichê, mas no meu estado etéreo posso confessar que me apaixonei naquele instante. “Qual é o seu nome?” “Melissa? Igual a sandália?”. Você fechou a cara. Já tinha ouvido aquela piada uma centena de vezes. Eu era só mais um panaca naquele balcão.
Passei três horas testando sua habilidade com as bebidas. Tomei mojito, margherita, dry martini e outros drinks de sua autoria. Você foi com a minha cara. No meio da bebedeira, perguntei o que você fazia num lugar como aquele. Lembro da sua resposta: “Estou juntando dinheiro para comprar um piano”.
O que eu fiz? Menti. Disse que tinha herdado um da minha avó, que ninguém usava, que você precisava conhecer... Olhando em retrospectiva, essa cantada me faz corar, encher de vergonha esse pobre desencarnado. Mas você caiu direitinho. Se eu sugerisse, você iria para o meu apartamento naquela noite mesmo.
Me segurei. Não havia piano nenhum. Marcamos para o dia seguinte. Eu tinha menos de 12 horas para comprar um instrumento. Naquele meu estado de encantamento, nada me parecia impossível. Foi a coisa mais romântica que fiz em vida.
Rodei por quase todos os antiquários da cidade. Precisava de um piano que sustentasse minha mentira. Foi uma correria desumana, mas encontrei o que eu precisava. Sim, esse mesmo piano que você toca agora. Não pare. Sempre gostei dos seus improvisos. Tente não chorar, meu amor.
Gastei a economia de um ano inteiro – e ainda tive que deixar um extra para que me entregassem o piano um pouco depois do almoço, por volta das três da tarde. E foi o que aconteceu.
O que meu desespero romântico não podia prever era que esse gigante não passaria pelo elevador e muito menos poderia subir pela escada. Foi preciso içá-lo pelo lado de fora, operação que demorou horas, e que você chegou a tempo de assistir ao finalzinho.
Melissa , você ria feito uma criança, me chamou de mentiroso, louco, bateu no meu peito e me abraçou. Eu tinha feito a coisa mais incrível do mundo. Tinha mesmo.
Subimos ao meu apartamento. Você improvisou uma canção sentimental, igual a esse que você está tocando agora. Depois, fizemos amor embaixo do piano. Nos casamos em menos de trinta dias. Éramos felizes. Eu, você e o piano.
Não fosse um estúpido acidente de carro, eu ainda estaria ao seu lado, seria sua melhor plateia, seu fã incondicional.
O msn não me ama mais. Não me quer mais. E pior, é vingativo, além de não me querer, eu também não posso querer mais ninguém. Estou proibida de me comunicar com meus amigos, conhecidos, semi-conhecidos, todos. Nem minha prima lá de Londrina, uma conversa tão inofensiva. Nada. Primeiro foi o marcelamane@hotmail.com. Tão antigo. Desde quando ainda se usava nick e o meu era Manezinha. Não, eu não era da Ilha. Na minha cabeça adolescente era uma manifestação contra os nicks de Lindinha, Anjinha e etc...Ai ai, tanta coisa importante no mundo e eu ali, contra os nicks meigos. Mas bem, era sobre o msn que eu falava e o marcelamane não abria mais. Trocava a senha. Ok, tudo certo. Quando ia usar, pen, senha bloqueada. Como assim bloqueada? Acabei de trocar, tenho certeza que é essa! Mas estava bloqueada. E tentei, tentei, várias vezes. Nada. Procurei ajuda na central do msn, indecifrável. Fóruns, comunidades e até perguntas do yahoo, que geralmente tiram minhas dúvidas de como instalar o roteador até qual a melhor pomada para micose, mas nem elas me ajudaram.
Cansei e resolvi fazer um msn novo. Adeus marcelamane, você foi muito útil na minha vida, momentos memoráveis, mas agora é hora de partir para um endereço novo. Resolvido o apego virtual, qual endereço utilizar? Foi muito dificil achar um nome. Eu queria uma coisa mais séria, que não deixasse tão exposto que eu sou besta, não tão assim de cara, quando eu fosse passar o endereço para alguém. Que descobrissem aos poucos. Fui tentando marcelapaiva, marcelaprado, marcelapradopaiva, tudo ocupado. Coloquei marcelaumbigo. Meio bobo ainda, mas ok. Por segurança deve ser até bom não colocar sobrenome, porque né, hoje em dia a pessoa coloca nosso nome no google e descobre tudo, até a cor da calcinha. Da sua mãe. Marcelaumbigo estava bom. Adicionei algumas pessoas, tudo certo, tudo bonito. No outro dia, quando vou acessar, pen outra vez. Senha bloqueada outra vez. Soltei alguns palavrões. E olha que depois que voltei pra Minas nem falo muitos palavrões, hein? Mas poxa. O que eu estou fazendo de errado? Caralho.
Desisto. Não vou ter mais um MSN. Quem quiser falar comigo que me mande um e-mail, me ligue. Ou me mande um telegrama, uma carta de amor. *
(* “Ôôôôu, que eu vou até lá, eu vou. Eu vou até lá...”)
Navegando pela internet, me deparo com a seguinte matéria, publicada no conceituado site publicitário “Clube de Criação de São Paulo”:
Clique aqui e veja o vídeo "3D No Glasses", desenvolvido pelo Jonathan Post, bureau de pós-produção do diretor de cena Luis Carone, que assina também a criação, ao lado de Daniel Dias. O filme apresenta uma "nova tecnologia" 3D, sem o uso de óculos. A demonstração foi postada no Youtube no dia 14 de janeiro e dois dias depois contava com mais de 2 milhões de views. Atualmente, o vídeo registra mais de 4,5 milhões de visualizações.
Você só está autorizado a ler o restante deste texto depois de assistir ao vídeo. Clique no "clique aqui" acima em negrito.
Afinal de contas, este vídeo é real ou é fake? Seria um anúncio publicitário? Uma jogada de marketing? Pode isso, Arnaldo? Que porra é essa? Considerando a hipótese de que o vídeo seja real, eu é que não vou arriscar os meus preciosos olhos dessa maneira. Parece que o cara tá tendo uma semiconvulsão maldita. Posso até não ter nenhuma lesão durante o experimento bizarro, mas tenho medo, muito medo, dos efeitos colaterais. Considerando a hipótese de que o vídeo seja fake, qual é o sentido dessa porcaria? Poste abaixo nos comentários a sua opinião.
vamos brincar de os sonhadores? vamos fingir crises e recitar poemas no quarto embaçado pela fumaça fétida do seu cigarro barato? vamos chorar a dor do outro e sarar feridas imaginárias na alma alheia? vamos inalar gás lacrimogêneo, gás carbônico, hélio, pimenta. do reino. do rei nu. vamos deitar na praia e nos acorrentar em portões de ferro com nós falsos. olhar a lua e dizer coisas bregas e fúteis. olhar o sol e queimar a pele desprotegida contra os r.a.i.o.s que nos partem. rir dos outros, rir de nós, rir do ridículo que é essa vida pueril AceleradA em nossos corações inquietos que nos fazem suar frio pela cabeça. vamos não fazer nada e acampar na sala. vamos escrever poesias de paixão na parede com giz de cera. ouvir música triste e dançar, dançar, dançar. vamos olhar nos olhos e nos permitir a felicidade doce de um espírito tranquilo. vamos nos jogar mais e ser amigos dos desconhecidos que andam descamisados em parques inexplorados. vamos fotografar momentos (in)apagáveis numa memória sem critérios. vamos deixar a porta aberta e a janela também. vamos viajar viagens e amar. amar. na dar. ah mar. agora vai e me dá um abraço. já é tarde e o sussurro dos injustos me chama como a brisa morna que neste instante devora meu pescoço cansado. eu vou dormir a fome e matar o sono que já não há. vou me fingir adulto e mentir idade. andar descalço e falar sozinho. vou deflorar e sentir muito. eu sinto MUITO, mas eu vou brincar de os sonhadores.