quinta-feira, 9 de setembro de 2021
Objetos sentem saudades?
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
Incoerências pandêmicas
sexta-feira, 9 de julho de 2021
Sobre parar
Fui ao mercado comprar papel higiênico, pão e legumes para o jantar. Antes de passar no caixa olhei para o lado, vi o freezer e resolvi comprar um picolé de coco. Uma decisão simples, mas que impactou o resto do meu dia. Ao sair do mercado, ao invés de ir para a direita e voltar direto pra casa, preferi ir para a esquerda e atravessar a rua para ir na praça que fica ao lado do mercado, dar uma voltinha, escolher um banco mais afastado e parar.
Sentei para saborear o picolé enquanto observava o céu, o sol, as árvores, a terra, as folhas caídas, alguns pais e filhos aproveitando a tarde, algumas pessoas passeando com cachorros, conversas calmas, crianças brincando...
Senti alegria, leveza, liberdade e paz.
Em um mundo tão caótico, complicado e acelerado, foi gostoso apenas parar.
quarta-feira, 9 de junho de 2021
"O que eu desejo ainda não tem nome"
Sabe quando você sente o vento lhe tocando, como se lhe beijasse a face delicadamente? Sabe quando se está em um caminho tão prazeroso que lhe faz esquecer por um momento do destino, da direção?
A direção é o vento, para onde ele leva as folhas secas. É o sol, para onde ele irá se por. O destino é onde a estrada levar.
Não lhe vem aquele gostinho na boca? Você fecha os olhos para melhor se concentrar nas sensações, o vento continua brincando com sua pele, sua roupa e seus cabelos, e é possível sentir o calor delicado do sol em seu rosto.
O sabor na boca é de contemplação, você chega a salivar. E sente sede de viver. Uma vida vasta, plena e significativa.
Não há pressa, não há amarras, não há estradas interditadas ou congestionadas. As possibilidades são infinitas, e o que vier será para o bem.
obs: O título é uma citação de Clarice Lispector, em sua obra "Perto do coração selvagem".
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Uma visita inconveniente
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| O audacioso Macchu Picchu, dormindo confortavelmente no sofá da sala |
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Dia de finados
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Sutilezas
domingo, 9 de agosto de 2020
Memória olfativa ou Há cheiros que são poesias
quinta-feira, 9 de julho de 2020
9 trocas sustentáveis
Diferente dos plásticos, o filtro de papel é compostável, então seu descarte não é um problema, por assim dizer, mas o quantos recursos são utilizados em sua produção e distribuição? E as embalagens? Quantos filtros de papel uma pessoa que toma café todo dia vai usar em um ano? O de pano é um só e dura até mais que isso.
Uma troca que penso no porquê demorei tanto para fazer... tão simples! Você já leu a embalagem da esponja de lavar louças, para saber do que é feita? Basicamente uma mistura de plásticos cuja reciclagem é muito difícil e pouco viável economicamente. A bucha vegetal é uma planta. Vende na feira. O vendedor até me deu umas sementes, que plantei e as ramas já estão se espalhando pelo quintal.
Agora eu gostaria de saber de você
Já fez alguma dessas trocas? Fez alguma que não está listada? Qual vai fazer primeiro? Já tinha ouvido falar em Saúde Planetária?
terça-feira, 9 de junho de 2020
O mar em mim
Seja pelo encanto e violência das ondas bailando e se quebrando nos rochedos, pelos seres ocultos em profundidades por nós jamais alcançadas, por nos afastar e aproximar de nossos irmãos extracontinentais. Seja por seus sons e suas cores... o azul esverdeado, o verde azulado, o branco das espumas, o prateado das sardinhas e o vermelho dos corais...
sábado, 9 de maio de 2020
O peito de Carolina
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Poesia na pandemia
segunda-feira, 9 de março de 2020
Corra, Carol, corra!
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| Crédito da imagem: Iguana Sports |
domingo, 9 de fevereiro de 2020
9 lições que devemos aprender com os gatos
Os gatos dormem muito, de 12 a 14 horas por dia. Ao acordar eles sempre se espreguiçam bastante, e estão cobertos de razão. Nada melhor do que ao despertar de uma longa noite de sono, espreguiçar-se, esticar os músculos e articulações até o ponto máximo, e em seguida relaxar. É como se você desse ao seu corpo a mensagem para ele se preparar para levantar depois de tanto tempo deitado. O movimento do gato se espreguiçando inspirou um asana na Yoga chamado espreguiçamento do gato (Marjaryasana) que tem vários benefícios e é muito fácil de praticar.
2. Dizer não
Os cães são famosos por sua fidelidade aos humanos. Já os gatos, são fieis a si mesmos. São livres e não se preocupam em sempre agradar e nem se forçam a fazer algo que não desejam. Se quiserem vir quando são chamados, eles virão. Se não quiserem, não estiverem a fim, apenas não virão e caberá a quem chamou lidar com a frustração.
Com os gatos aprendemos a dizer não e aceitar o não. A valorizar a liberdade de si e do outro, e o livre-arbítrio de cada um.
É muito interessante essa capacidade que os gatos têm de sempre caírem em pé. Tem a ver com o senso de equilíbrio desses animais aliado à suas vértebras maleáveis. Infelizmente nós humanos não temos o mesmo equilíbrio e maleabilidade, mas podemos exercitar essas habilidades no sentido psicológico, buscando ser pessoas mais tolerantes, flexíveis e equilibradas, para saber lidar bem com as quedas que teremos ao longo do nosso percurso.
Uma das coisas que eu mais admiro nos gatos é a autenticidade que eles possuem. É incrível como cada gato tem uma personalidade diferente. Por mais que possam se parecer no padrão da pelagem ou na cor dos olhos, sempre haverá alguma característica singular. Enquanto um é mais carinhoso e ciumento, podemos encontrar outro mais bonzinho e territorialista, outra mais desconfiada e exploradora, as combinações de traços de personalidade e idiossincrasias são infinitas. As pessoas mais interessantes, na minha opinião, são as autênticas, que não tem vergonha de serem quem são e não se importam com o julgamento alheio.
Os gatos brincam todos os dias. É uma ótima forma de gastar a energia, socializar com os outros gatos, treinar para caçadas e se divertir. E, diferente de nós humanos, eles não deixam de brincar depois que crescem. A vida adulta é difícil e em muitos momentos nos exige seriedade, mas é importante soltar as amarras e brincar de vez em quando, isso traz alegria e leveza para os dias.
"A curiosidade matou o gato". A curiosidade dos gatos é famosíssima, e apesar do caráter negativo do ditado, a curiosidade bem aplicada pode ser muito positiva. A curiosidade nos move para buscar conhecimento e aprender coisas novas. O cientista é, antes de tudo, um curioso.
Os gatos são muito limpos e asseados. Aprendem desde filhotes a usar a liteira, enterram seus cocôs pra não ficar cheirando mal e tomam banho várias vezes ao dia. Passam horas se lambendo e lambendo uns aos outros. Quem dera se todos os humanos fossem tão limpos quanto os gatos! Nosso olfato agradeceria :).
Porque às vezes, o melhor a se fazer é virar as costas e sair lindamente.
Os gatos são mestres em ignorar. Muitas vezes é preciso apelar para o sachê para se ter a atenção dos bichanos. Se formos capazes de aprender essa técnica avançada de desprezo, quantas tretas poderão ser evitadas? Quantas pessoas escrotas deixarão de ter a atenção que nunca mereceram? Quantos cabelos serão poupados (seja de caírem, seja de embranquecerem)? Estou ávida por esse dia!
9. Não julgar antes de conhecer
E você, é gateiro ou cachorreiro? Comente alguma outra lição que você aprendeu com os gatos.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
O dia em que quebrei os dentes

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| Além da janelinha, ganhei lábios que deixariam Angelina Jolie com inveja |
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
A parte boa
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Sobre amoras e outras coisas
(...)
Que saudades sentirei dessa casa, dessa amoreira, dessa vida que tenho hoje... Se é possível já sentir saudades do que ainda se tem, eu sinto. Mas não deve ser saudades, deve ter outro nome.
Bem vindas, amoras, bem vinda, primavera!
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
A farsa do escritor
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
pó
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Depois da chuva
e sente as lágrimas escorrerem pelo rosto.
Ela ouve o vento movimentando as folhagens
e sente um vazio no peito.
Nem amor, nem ódio nem nada.
Nem o próprio coração a bater.
Um vazio irritante.
Ela sente a brisa úmida.
e deseja um sopro de emoção.
Quer sentir-se viva.
Quer sentir.
As lágrimas, por não fazerem mais sentido, secam.
A chuva, por já ter molhado a terra, cessa.
Será que vai florir?

























