sexta-feira, 16 de abril de 2021
Gnomos
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
As primeiras vezes
O primeiro banho;
A primeira roupinha e o primeiro sapatinho;
Os primeiros passos;
A primeira queda;
A primeira palavra;
O primeiro dente;
A primeira cárie;
Tudo registrado, nas peças de roupas ou objetos guardados, fotos e vídeos que capturavam cada momento, e uma história decorada, na ponta da língua, pra ser contada em todo encontro com família que surgisse a oportunidade.
A primeira paixão;
O primeiro beijo;
O primeiro relacionamento;
A primeira vez;
A primeira briga;
A primeira decepção;
O primeiro rompimento;
O primeiro coração partido;
O primeiro emprego;
O primeiro salário;
A primeira promoção ou
A primeira demissão;
A primeira viagem;
A primeira casa ou apartamento;
O primeiro casamento;
O primeiro filho;
...
São tantas as “primeiras vezes”.
Esse é o primeiro texto de 2021, e quero te convidar a refletir sobre isso: O que você vai se permitir fazer pela primeira vez esse ano? Com quem vai compartilhar? Que memórias vai guardar?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Uma visita inconveniente
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| O audacioso Macchu Picchu, dormindo confortavelmente no sofá da sala |
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Dia de finados
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Dado
Dado não sabe que tem Alzheimer, às vezes olha para os netos de maneira desfocada (mas logo que o conhecimento chega, ele abre um sorriso), não consegue mais ver tv ou ler jornal, fica ansioso quando chega o anoitecer, se atrapalha e esquece muitas coisas...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
MEMÓRIAS INSISTENTES
Será que alguém se interessava por seu vazio?
Quanto mais ele conhecia as pessoas, mais gostava do seu cachorro.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Fragmentos de vida
Escritora por paixão, jornalista por formação, filósofa de botequim por vocação. Intensa no pensar e no sentir, sigo a vida com a mania de transformar tudo que, de alguma forma, toca minha alma e faz meus olhos brilharem.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Depois daquele beijo
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Meu Aurélio particular
A língua portuguesa conta hoje com quase meio milhão de palavras. Qualquer um diria que com esse número de palavras dá pra bater um lero bom. Há sinônimos para uma infinidade de adjetivos e o sujeito mais preciosista pode dizer, sem margem para imprecisão, se está triste, infeliz, desgostoso, consternado ou, em alguns casos mais preocupantes, lúgubre. domingo, 22 de março de 2015
Curriculum Vitae
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Sobre o sertão, ou os sertões
O sertão que conheci é mais ou menos assim, mas de um jeito diferente:
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Sobre lembrar
domingo, 22 de junho de 2014
A Copa de 94 e Eu...
domingo, 22 de dezembro de 2013
De como deixei de acreditar em Papai Noel
A verdade veio à tona. Me senti como Truman (em "O Show de Truman. O show da Vida"), quando seu barco se chocou no cenário que era seu mundo.







