domingo, 1 de agosto de 2010
ah...
Jornalista, especialista em Midia, Informação e Cultura pela USP, onde participa do Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação. Pesquisador de mídias e redes sociais virtuais, escreveu o livro www.odio - a internet na mira do mal. Atualmente é assessor de comunicação, produtor cultural e atua como jornalista freelancer em matérias sobre Cultura e Comportamento.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Dias melhores pra sempre
Pra quem já passou da fase escolar, é possível aproveitar essa transição de períodos para avaliar o que rolou até agora em 2010. Parece ½ obsessão de maluco por organização, mas descobri tardiamente que sem disciplina até a diversão pode ser prejudicada pela falta de tempo, dinheiro ou os dois juntos.
Não é preciso recorrer às pesquisas para comprovar que a maioria das promessas de Ano Novo ficou circunscrita à esfera da intenção. Como todos sabem, desejar sem agir é o mesmo que aguardar a Larissa Riquelme bater na porta de casa e se oferecer para guardar seu celular nas peitcholas. Contrariando o profeta, “quem (só) acredita (nem) sempre alcança”.
Se você ainda está divorciado do espelho porque não se matriculou na academia, continua monoglota porque tentou aprender línguas apenas em aulas práticas com seu par e a única viagem turística que fez foi para Diadema, tenho boas e más notícias pra você.
Comecemos pela parte ruim. Se abandonar projetos é algo recorrente e você tá naquela vibe Zeca Pagodinho (“deixa a vida me levar”), pode começar a rezar para os deuses “Sorte” e “Acaso”. Sem a ajudinha deles pouca coisa de legal vai acontecer e as páginas de sua existência serão tão líricas como as letras do Restart. #megatenso
A alternativa é tão simples que parece um tanto pueril: descomplique. Divida as distâncias longas em pequenos trechos e comece a andar hoje mesmo. Se perder míseros 200 gramas por semana vai terminar o ano com quase 5 quilos a menos. Cinco páginas por dia e em dezembro você terá lido os 2 volumes de Guerra e Paz, do Tolstói. Duzentos reais por mês e a passagem para a sonhada viagem à Europa tá garantida no próximo ano. Essa poupança mensal pode ser aplicada num nariz novo ou em outro tipo de recauchutagem e funilaria.
Ainda há 3.696 horas na caixa de 2010. Descole sua porção calipígia da cadeira e espane a poeira dos sonhos engavetados. Lembrando a frase de Benjamin Franklin, “pessoas boas em arranjar desculpas raramente são boas em qualquer outra coisa”. Feliz resto de ano pra você!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Preenchendo o vazio : flores e cores
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Por que fomos alfabetizados mesmo?
Ok, está certo que existem pessoas que falam bobagens de nível avançado e fazem a gente perguntar: “Deus, por que alfabetizaram essa pessoa?”. Antes eu culpava uma seleção natural fajuta, governos do PT de inclusão social e excesso de SBT na vida. Hoje, já não tenho mais certeza. Temos uma convenção, regras, formatos e tudo que rege a ortografia. Mas não é legal pensar que a língua é dinâmica e se adapta às necessidades das pessoas?
Com tantos blogs por aí, gente escrevendo rápido, tom informal, falta de domínio de teclado, excesso de cafeína no sangue, é fácil cometer erros. Erros grandes. Virgulas ausentes, palavras trocadas, verbos conjugados de forma errada. É óbvio que devemos valorizar um texto impecável, bem escrito, claro, mas será que erros (até os de nível avançado), fazem a mensagem perder seu valor? A linguagem é capaz MESMO de destruir bons argumentos?
Falo isso porque não raro vejo por aí (ou até por aqui) fulanos dizerem: “Ah, mas olha, você nem sabe escrever. Conjugou o verbo errado”. Sabe, pra mim, isso nada mais é do que um equivalente gramatical ao “Ah, mas, mas, você é feio” ou “Ah, o jogo é meu, a gente brinca como eu quiser”.
Apontar erros nos textos serve muitas vezes para empobrecer a discussão, ser raso, evitar o raciocínio e desqualificar argumentos alegando que a estrutura utilizada é uma bosta. Mas isso vale mesmo? Não é jogar baixo? Por mais que possa ser difícil como decifrar códigos, prefiro um texto mal escrito mas coerente a um correto e vazio [viu, Lia Luft?].
Soa como discriminação quando alguém conta uma história na TV e troca as letras, erra os “érres”, resolve “pobrema” com o “adevogado” ou vai direto na “poliça”. É errado?Sim, é. Vai contra a cartilha da pré-escola, contra ao que a tia disse no primário e o que sua professora pregou na sua cabeça no ginásio. Mas é a história do cara, a linguagem do cara, e desconsiderar o que ele tá falando por isso, como se não tivesse valor, é besteira sim.
Nós já dividimos a cidade entre os que pegam ônibus e os que tem carro, os que usam iPod e os que tem iPobre, aqueles que fazem faculdade paga ou pública, os de cabelo ruim e os de cabelo bom…por favor, não vamos usar as letras e as palavras para discriminar alguém ou fazer com que o outro se sinta humilhado e ignorado. Palavras machucam, sim. Cuide bem das suas e, se for exigir respeito às normas gramaticais de alguém, limite-se às palavras que saem da sua boca, por favor.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Outros 500
Acho que muita gente aqui do blog dos 30 deveria estar lá.
Outros500 from Outros 500 on Vimeo.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Vocabulário Pernambucano
Abestalhado é tipo besta, abilolado, leso,tabacudo, mongol, mamão mesmo. Mas mamão é mais pesado, cuidado. Na dúvida, e já com alguma intimidade, diga tabacudo – tipo boludo, do castellano. Há quem diga, ainda nos tempos de hoje, abigobal - mas ai é gíria antiga já. Isso tudo é diferente de cabeçudo, gente teimosa, que é diferente de cabeçoide, gente metida a cult que frequenta Cinema do Parque e Apolo e quer ficar por dentro dos cenosos – é que Cinema da Fundação já tá pop demais. Todas essas cabeças são diferentes de cabeção, que é gente com cabeça grande mesmo. Tá, não tão diferente porque, dependendo do uso, cabeção pode ser tipo tabacudo, bobo, que é diferente de João-bobo - que é aquele boneco que você bate e ele volta, bate e ele volta, sabe qual é?
Falando em João, esse nome é bem comum por aqui. Como José, Zé, Zezin, Josefa, Zefa, Zefinha, Maria, Mariinha, Marinete, Nildete, Detinha, Tinha, na verdade, a gente aqui bota tudo no diminutivo: painho, mainha, voinho, voinha… massinha. Massinha vem de massa, que quer dizer legal, bacana, xuxu. Mas massa também que dizer outro tipo de massa, aquele cigarrinho de artista, beck, dola, chero, parada, fininho (mas que, dependendo da habilidade, da experiência e/ou da ansiedade mesmo, nem precisa ser tão fino assim). Ai, se você tem um desses, você tá de cima, se num tem tá de baixo, se já puxou tá lombrado, se puxou mto tá fritado (mas, assim, normalmente não se fica fritado de massa - tem que ser sequela grande ai), e, no dia seguinte, sempre bate aquela larica básica. Mas assim, fritar também pode ser se jogar na pista e dançar loucamente, pode ser fritar no sol porque não passou sundown, essas coisas.
As coisas aqui constumam ter muitos significados e a palavra Coisa substitui todas elas: vou ali naquela coisa, ou naquele coisa, ou naquele coiso, tô coisando uma coisinha aqui, que coisa, neh? Também se usa muito Negócio para um objeto não identificado: pega esse negócio, trás aquele negócio, sabe o negócio que a gente falou ontem…? É, eu sei, já devo tá causando um rebuliço na tua cabeça né? Mas fique peixe, tem um bocado, um mói, uma danação de coisa ainda por contar.
Por exemplo, se jorgar, que eu já tinha falado antes, é tipo se desprender, se lançar na vida, ser desavergonhado, sem medo de se mostrar, que é diferente de se amostrar – porque amostração é negativo e ninguém gosta de gente amostrada, visse? Só pra tu se ligar. Então, se jogar é exatamente o oposto de bueiro porque bueiro é fossa braba, normalmente de dor de amor – que pode ser platonismo ou gaia mesmo. O estado de bueiro também pode ter sido por causa de um ré do boyzinho ou da boyzinha lá. Ou pode ser a falta de boyzinhos ou boyzinhas, a eterna falta deles. Então, quem vive no bueiro se chama emo. Esse povo, inclusive, merece mesmo um “pedala robinho” pra ver se toma jeito. Jeito também é uma palavra esquisita. Uma pessoa pode ser jeitosa, que quer dizer bem apessoada, pode dar um jeito no pé, num quebrou, mas deu um jeito, saca?, e tem gente que precisa tomar jeito na vida, tipo esse povo emo ai. Pois é, aqui na minha terra pra tudo dá-se um jeito, é só deixar de onda e levar as coisas na moral.
Ah, já ia esquecendo umas expressões fundamentais do vocabulário pernambucano: foda e do caralho. Então, do caralho é só quando a coisa é Do caralho mesmo, tipo fuderosa! É complicado explicar do caralho porque não existe nenhum termo no vocabulário brasileiro que alcance tamanho esplendor. Então, uma coisa do caralho é do caralho e ponto. Deu pra entender, né?
Se do caralho foi complicado, foda fudeu tudo. Tudo começa porque foda é adjetivo (foi foda, fudido, fodão), substantivo (a foda), verbo (foder, tipo “fodeu com a minha vida” ou “me fodi hoje”) e ainda pode superlativizar as coisas (fodíssimo, fodástico, fuderoso, fuderozérrimo, e por ai vai). E assim, ele pode ser positivo ou negativo, depende sempre da construção frasal e da intenção de seu interlocutor. O que salva essa humilde linguista amadora é que o termo foda e suas ramificações não é exclusivo das pernambucanidades. E, provavelmente, vocês já devem saber usá-lo em algumas versões. As demais, vocês vão aprendendo com a convivência. É foda, eu sei. Mas, fazer o quê?
Tem outros termos importantes, e bem mais simples, da cultura breguística como os cafuçus, as piriguetes e as rarius. Cafuçus, ou cafusús, ou cafussus, a grafia é o menos importente, é aquele tipo de macho peão de obra, suado, de barba, cabelo no peito e camisa regata. Cafuçu não é usado, exclusivamente pra peão de obra carteira assinada. A cafuçuzisse é uma coisa que tá na essência, mesmo que o sujeto use Givenchi, não tem jeito. É importante dizer que cafuçu é diferente de cafa, que quer dizer cafajeste. Entenda assim: cafuçu is a way of wear e cafa is a way of life. Pode ter cafuçu cafa (e normalmente eles são). Mas não vamos generalizar, neh? Dá um crédito ai. Já tem pouco homem nessa cidade…
Quanto às piriguetes e as rarius, elas são as boyzinhas dos cafuçus. Eu ainda to entendendo direito essa parte maaasss, eu acho que as rarius são as mulheres mesmo e as piriguetes as concorrentes. Mas não levem isso tão a sério, é só uma teoria minha. Mas assim, ambam são ousadas, usam roupa apertada, colorida ou de oncinha, tamanco, kollene no cabelo, batom vermelho e vai pro Clube Internacional todo sábado de brega.
Bom, tem as palavrinhas dos olindences também, tipo pintinho. E aqueles tocos da calçada que aqui se chama "puta que pariu" ou "eita porra". Mas assim, é o tipo da coisa… se eu for falar tudo tudo, não vai sobrar margem de novidades pra quando vocês chegarem. Tirando que esse post já tá muito grande eu preciso trabalhar. Então assim, só pra terminar, pra confirmar tudo, você diz: com certeza! E, dependendo da receptividade, vaza ou se joga.
domingo, 25 de julho de 2010
Viva os 35 graus!
Pois ela entrou de repente no quarto, acendendo a luz. Era o último andar do prédio vizinho, a poucos metros de mim e meu pão e, com a janela totalmente aberta, cruzou de uma vez meu campo de visão, sem mesmo notar minha expressão de susto. Presumo que voltava de uma festa, pelas roupas. Permaneci estarrecido durante aqueles dois ou três segundos que, na película de um filme, durariam muito mais. Recobrada a consciência, num impulso instintivo e intuitivo, voei até o interruptor e apaguei a luz. Esperei, sem agachar ou me esconder numa posição imoral. Pelo contrário: apagado no escuro, eu aguardava confortavelmente, como numa poltrona de cinema. Generosa, ela reapareceu. Somente com as roupas de baixo. O branco da lycra contrastava com a pele morena. A cintura poeticamente delineada dividia em dois o corpo de proporções áureas: nem grande, nem pequeno. Ideal. Sempre de costas, procurou algo na cama, achou e vestiu: um pijama de seda. Amarelo. Mas por cima da lingerie, que falta de cuidados com o conforto! Depois saiu do quarto. Como deixara a luz acesa, julguei que voltaria para o bis.
Creio que logo se arrependera do show deveras tímido porque, poucos minutos mais tarde, voltou. Na minha tela widescreen, de costas, tirou o pijama, sem suspense. E depois o sutiã. E depois tudo. Morena - já disse, eu sei. Analisou uma camiseta, levantando-a com os braços. Não, outra. Deixe-me ver... não, também. Tão feminina. Nesse decide-não-decide, ameaçava, mas não virava de frente. De repente virou-se de lado, de perfil. Caprichosamente, seu umbigo tocava a linha esquerda da janela, de modo que os seios se esconderam nos bastidores de um ponto cego. Alguém que a filmasse nua e depois censurasse colocando mosaicos nas partes íntimas não as delinearia com a mesma precisão com que a janela o fez, irônica. Calmamente, virou-se de costas mais uma vez e finalmente vestiu outro pijama, azul. E apagou a luz. Nem foi até a janela para me dizer boa noite. Mas não precisava: é como se o tivesse feito, já que começava aí um longo, longo relacionamento.
sábado, 24 de julho de 2010
Caído
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O Amor
Nem o choro do norte-coreano na hora do hino,
Nem o frango do goleiro da Inglaterra,
Nem o show do Maradona,
Nem o vexame da França (na entrada e na saída),
Nem a defesa com as mãos do atacante uruguaio,
Nem o polvo vidente,
Nem a pisada do Felipe Melo,
Nem a voadora do Holandês,
Nem os palavrões do Kaká,
Nem os erros de arbitragem,
Nem o pé frio do Mick Jagger,
Nem a insuportável vuvuzela,
Nem a catota do técnico da alemanha,
Nem a Larissa Riquelme,
Nem a vontade própria da Jabulani,
Pra mim o melhor da copa foi isso:
quinta-feira, 22 de julho de 2010
“Enquanto ela dormia...
terça-feira, 20 de julho de 2010
Sou um pai jovem
A cada dia que passa, percebo minha inocente e infante filha dar lugar a uma insolente e infame adolescente. E agora?
As transformações impostas pelo estrógeno de minha pequena parecem fazer efeito também em mim... a cada dia que ela se torna mais independente e rebelde, eu me torno mais conservador e tirano. Um insensível quanto aos seus gostos musicais, opressor quanto ao seu vocabulário e desconfiado quanto aos seus amigos. Me tornei um daqueles pais de amigos que tememos pelo mal humor constante e pela disposição em dizer sempre não.
Mas espera aí...eu fazendo isso? Porra, quem me conhece pode não reconhecer o parágrafo acima como uma descrição da minha pessoa. Sim... estou me tornando um hipócrita e tudo indica que pagarei com a mesma moeda tudo o que fiz minha pobre mãezinha sofrer, já que minha filha está cada vez mais parecida com a versão 1.7 de mim mesmo.
E o pior de tudo isso é que ainda tenho 30 anos – ou seja – eu ainda saio, fico bêbado, toco numa banda, faço merdas que não quero que minha filha faça... puts.
Na internet então, cada dia quero menos ser amigo da minha filha no Orkut. Tenho medo do que posso encontrar em seus scraps qualquer dia desses. Um dia me deparei com a frase no MSN: “Lino e Francis – mais que amigos”... enfurecido tive que me segurar para não bombardeá-la com inquéritos e castigos descabidos, não... tenho que agir com astúcia. Preciso ganhar sua confiança. Quero me tornar seu confidente, o “paisão” pra toda obra. Preciso suportar as pressões externas, o ciúmes e o instinto protetor para que ela traga a vítim...quero dizer, o seu namoradinho para nosso círculo familiar, assim eu poderei esfaq... quero dizer, apertar sua mão e dizer: “meu genro querido”.
Estou assistindo bastante “Dexter” para aprender a ser um bom anfitrião.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Entorpecente
domingo, 18 de julho de 2010
Vou te dizer
Ora se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim, dispenso a previsão
sábado, 17 de julho de 2010
Vago
O meteorologista disse que a semana seria instável. Chuva, rajadas de vento, geada, mais chuva. E o frio, o único constante. As alterações climáticas coincidiram com minha última semana na cidade gelada. Enfim, fui embora. Despedi-me de algumas pessoas com pompa e circunstância. Chorei, enxuguei as lágrimas. Vi as lágrimas derramadas por mim. Para alguns dei tchau como se fosse o até amanhã de todo dia. Melhor assim. Odeio despedidas. Fico insegura, medrosa. Acho sempre mais doloroso para quem fica, mas dessa vez deixar para trás me doeu. Não foi dramático o luto, mas marcou a perda. Carrego, porém, a confiança de que o roteiro está correto. Algumas coisas vão mudar, mas ora, é a vida. Ora, era a hora.
Minha última semana foi de choro, alegria, alívio, dor, ciúme, mágoa, cura. Instável, como o clima. Mas o dia está limpo e claro. O tempo, quem diria, parece estar a meu favor.
Tenho memórias que são quase, tenho memórias inteiras, tenho memórias que me escapam mente afora.
E-mail: tatilazz@gmail.com
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Eu fico
quinta-feira, 15 de julho de 2010
despedida
vim aqui para dizer que estou abrindo uma vaga para este dia 15.
estou no blog dos 30 desde o começo e escrever por aqui nunca deixou de ser legal.
gostei de ver meus poemas por aqui.
gostei de conhecer as gentes e textos que andam e andaram por aqui.
e vou gostar de continuar lendo tudo o que se diz por aqui.
estou em um período de silêncio, então não vai ter poema de despedida...
se alguém quiser, pode me encontrar aqui, aqui ou aqui.
valeu!
.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Finalmente, um post feliz
domingo, 11 de julho de 2010
Não há o que lamentar quando chega o fim do dia
sexta-feira, 9 de julho de 2010
No meio do nada
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ciências sem sentido versão ilustrada
Mais adiante reparei que sei diferenciá-los por meus próprios meios e faço isso sem um motivo maior, só por lazer, pelo prazer de observar, analisar, assim como tento adivinhar do quê são descendentes, qual o parentesco, no que trabalham, ou onde moram.
Abaixo, minhas observações ilustradas:




.bmp)