terça-feira, 25 de dezembro de 2012
On the road
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Então é Natal de novo
Eu sou o mal que se esconde nos corações dos homens. E gosto de escrever quase tanto quanto gosto de referências obscuras.
Há alguns anos, me chamavam de "Imperador" e isso não tem nada a ver com o outro Adriano, o que joga futebol, conhece a lei do impedimento e sabe a distância que a bola deve ficar do gol na hora do pênalti. Aliás, odeio futebol. Mas não, não sou viado.
Tive um outro blog, em que eu assinava como "Nabucodonosor". Eu adorava esse nome e adorava aquele blog também. Tenho um puta carinho por ele. Pena que perdi quase tudo do que escrevi lá. Tinha umas paradas legais. E até consegui muitas coisas boas por causa dele. Alguns amigos, uns momentos muito bacanas.
Não gosto de me descrever. É pretensão querer dizer aos outros o que pensar de você. Mas tem umas informações que são imprescindíveis e que você não vai perceber de imediato. 1 - Eu sou ácido. 2 - Sou cítrico. 3 - Se pingar na pele, eu mancho. 4 - Bom humor é fundamental. 5 - Eu tomo banhos. No plural.
Acho que é isso. Dá uma lida aí. Você provavelmente vai gostar de algumas coisas, em outras vai me achar meio arrogante, mas garanto que vai sair daqui com algo mais do que quando chegou.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Papai Noel
sábado, 22 de dezembro de 2012
Sincretista
Na adventista
Ora o dia inteiro
Quer virar papista
Saca dinheiro
Vira dizimista
Com seu carro esporte
Vai na Metodista
Final de semana
Silas Malafaia
Mas quando se encana
crê em deusa Maia
Vai pra mesquita
até de ressaca
Vira Hinduísta
E adora vaca
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
No candomblé...
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Vai onde quer!
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Consulta o xamã...
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Filha de Iansã!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
E não é que não acabou?! (Pelo menos por enquanto...)
Achei que gostariam de saber disso também!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
E se não acabar?
Por isso, decidi ceder espaço a novos talentos que possam aproveitar melhor este dia, para noooooossa alegria, e enquanto eu permaneço na minha missão de definir pra quais linhas vou pular depois de cada ponto final.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Uma dúvida
Nascido em Anápolis - GO, se mudou ainda adolescente para Goiânia - GO onde passou seus últimos 8 anos antes de se mudar para São Paulo - SP.
Administrador especializado em Marketing, Ator, Bailarino, Professor...
Dono de uma vida cheia de profissões recheada de arte e sonhos - realizados ou (ainda) não.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Uma palavra rude, que um dia falei pra alguém...
Bom ano, boa vida, bom fim do mundo. E que não estacionemos na minhoca, assexualidade deve ser um pé no saco.
Ora se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim, dispenso a previsão
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Parece que os Maias estavam certos
sábado, 15 de dezembro de 2012
O(di)fício
Tem o que não sabe, mas manda. Tem a perua. O que sempre dá um jeitinho. A mentirosa. O Tonho da Lua. Tem o metido a galã. A fofoqueira. A sedutora decadente. O tiozão engraçadinho do ‘é pavê ou pá cumê?”. Tem a obsessiva-compulsiva. O zero à esquerda. O nervozinho. A doce, inocente, sonhadora. O workaholic. O politicamente correto. Tem a reclamona. A barraqueira. O que vive de atestado. Aquele que parece que o gato comeu a língua. A que adora puxar o tapete. Tem o talentoso subestimado. A caloteira. O chato de galochas. A chorona. O estagiário...
... e para ajudar a aguentar todos eles, tem o décimo terceiro e a cidra da cesta de natal.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Armadura
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Finalmente o Natal será meu....
Mas nos últimos tempos venho mudando de idéia,apenas porque aprendi a dizer
`não ´.
Parece que no fim do ano ficamos presos e envolvidos no famoso `tem que ´´e o que poderia ser uma diversão vira um fardo.
Como nem sempre tive minha família por perto, amigos me convidavam a passar o Natal com suas famílias,mas por alguma coisa que não sei explicar,não gosto de jantares de Natal,prefiro ficar na minha.
Mas quem disse que eu podia dizer `não ´?E lá ia eu atrás de um presente para meu amigo,algum prato para levar e todas as aquelas chatices.Sempre entrei em amigos secretos a força e acabava sempre com o pior presente,apesar de me esforçar tanto em achar alguma coisa legal para a pessoa que eu tivesse tirado.
Não gosto de lojas nem de supermercados,mas acabava ali,com tudo nas costas,se era Natal em família,tinha que levar isso ou aquilo,as vezes fazer o Natal na minha casa e se era em casa de amigos era a mesma coisa.
Chegando lá,onde quer que fosse o `lá´ fosse,nunca curti,sempre achei um noite chata.
E então encontrei no meu do caminho um guru que me ensinou a fazer as contas.Quanto me custava em dinheiro o que eu comprava,quanto eu gastava em presentes para outros e comida,quanta energia eu perdia e sendo sinceros,em uma justa matemática,o que eu recebia em troca?Sim,porque finalmente ninguém dá nada por nada,ao menos que seja a noite de Natal no monastério budista.Caso contrário as pessoas se amarram a questões materiais e a vontade de ficar bem na fita.Tenho uma amiga que cozinha a ceia inteira para a família do marido,apenas para que todos digam o quanto é maravilhosa.
Me retirei a fazer as contas.Percebi que eu nunca gastava o que queria comigo,porque meu dinheiro ia em comprar presentes para o outro.O tempo que eu levava cozinhando,quando muitas vezes ninguém agradeceu,como se fosse obrigação de alguém cozinhar nesse sagrado dia.
E percebi o mais importante,eu não gosto da data,não gosto de compras e não gosto das chatices de fim de ano.Ponto.
Resolvi dizer `não ´.No começo fui chantageada,pressionada,empurrada.Um amigo me convidou o Natal passado para ir a sua casa,eu avisei que não ia e ele se plantou na porta da minha casa,mesmo assim não cedi e a amizade acabou ali.Em outros lugares amigos se deram a liberdade de colocar meu nome na lista de amigo secreto,sabiam porque eu avisei que eu não iria participar,mas sempre alguém dizia-`Gente,na hora a Iara muda de idéia e vem ´.Não fui.Também ganhei inimigos.
A família foi avisada e eu escutei todo o repertório básico de uma família católica-E se for o último Natal dos seus pais?
Porra,se for o último paciência,não tenho a agenda de Deus,não sei nem quando vai ser meu último Natal na Terra,mas tenho certeza que vou ter o primeiro como sempre quis,a vontade,fazendo o que der na telha sem obrigações nem chatices impostas.
É mais do que justo,o ano inteiro eu me submeto a regras sociais e agüento um monte de gente chata e uma humanidade que não tem conserto,é muito pedir para que o fim de ano seja meu,sem essas obrigações deprimentes?
Cada um comemora o Natal como quiser,eu prefiro assim,concentrada no que quero e longe de aporrinhações.
Já passei metade do mês dizendo que não vou mudar de idéia e provavelmente passe outras semanas assim.Mas é uma decisão minha,resolvi dizer `não ´ ao mundo e dizer `sim ´ a mim mesma.Finalmente,depois de anos,décadas,o Natal me parece uma data a comemorar.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Trevo de Quatro Folhas: A Gaita
Encontre mais no livro Rascunhos Vivos
domingo, 9 de dezembro de 2012
Ausência
Antes de tudo, um amante da poesia e das palavras. Psicólogo de formação, professor por conviccão e artesão nas horas vagas. Como consigo fazer tudo isso? Não sei, apenas me aceito ser plural e não ser uma caixa estereotipada! Entre, acesse e descubra as maravilhas da pluralidade das Coisas do Luiz.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Tudo vai dar pé
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Por um amor que não se diga.
Você já amou pela beleza do gesto?
Pode ser que morder a maçã a plenos dentes o faça achar o verme dentro dela repulsivo.
Pode ser que você ame a um ele, pode ser que ame a uma ela, pode ser que ame só a si mesmo.
Pode ser que você ame o mundo todo, e dê um pouquinho (ou muito) desse amor a cada lábio em que encosta, e a cada abraço que dá.
Pode ser que ele/a te traia e você nem saiba. Pode ser que saiba, e na verdade não se importe. Porque sabe, no final das contas, que o seu coração também não pertence só a um/a.
Pode ser que você só descubra que o/a ama quando vocês já deram um ao outro cortes fundos demais para curar. E pode ser que esse amor ferido seja o amor da sua vida. O que é amor sem tragédia?
Pode ser que você o/a ame por suas virtudes, sem deixar de desprezá-lo/a por seus defeitos. Mas dê um pouco de tempo, e você vai ver que pode ser que o amor seja tão grande que você nem se lembre mais do desprezo.
Pode ser um milhão de coisas. Romeu & Julieta. Christian & Satine. Batman & Mulher-Gato. Aragorn & Arwen. Ismael & Erwann.
O amor nunca é pequeno. Não é nem mesmo mensurável. Não tente colocá-lo em uma caixinha e colar uma etiqueta em cima. Se ainda não o fez, ame pela beleza do gesto.
“O amor, apesar do que te dizem, não conquista a tudo, e quase sempre nem mesmo dura. No final, as aspirações românticas da nossa juventude são reduzidas a: o que quer que funcione. É por isso que eu não posso dizer vezes o bastante: qualquer amor que você puder ter e prover, qualquer alegria que você conseguir reter ou doar, qualquer medida temporária de graça. O QUE QUER QUE FUNCIONE” – Boris Yellnikoff (Larry David) em Tudo Pode Dar Certo, de Woody Allen
Não sei quem eu sou, mas continuo sendo, mesmo porque nunca fui outra coisa. E ao mesmo tempo já fui de tudo. Vai entender.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
ataque de amor
Cleyton Cabral vê história em tudo. É contista, dramaturgo, publicitário e faz bico de poeta.
@cleytoncabral
www.cleytudo.com
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Inveja Branca. Ou não.
sábado, 1 de dezembro de 2012
promessas para 2013
Jornalista, especialista em Midia, Informação e Cultura pela USP, onde participa do Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação. Pesquisador de mídias e redes sociais virtuais, escreveu o livro www.odio - a internet na mira do mal. Atualmente é assessor de comunicação, produtor cultural e atua como jornalista freelancer em matérias sobre Cultura e Comportamento.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Corra e olhe o céu
Para demonstrar isso nada mais justo do que falar de um vicio assumido que é a música, e ainda mais falar do mestre Cartola.
Resposta: Hoje dia 30 de Novembro, faz 32 anos que perdemos o senhor Angenor de Oliveira.
Envolveu-se com os bambas do samba muito cedo no morro da mangueira, inclusive foi um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira, em 1930 já era popular como cantor e compositor.
Voltou a cantar, gravou novos sambas, se casou com o amor da sua vida (Salve Dona Zica) e continuou a ser descoberto e adorado por mais e mais pessoas.
Até hoje associo a imagem do meu avô ao Cartola por serem parecidos, mesmo tendo como referência uma foto vista aos 10 anos de idade.
Discografia (Oficiais)
Te sinto mais bela
E fico na espera
Me sinto tão só
Mas!
O tempo que passa
Em dor maior
Bem maior...
Vou me desacorvardar dizendo não a um coração que fez só desagasalhar quem o abrigou
Profanou, sem se importar e destruiu, sem mais pensar,o essencial de mim.
Me atiçando um fogo em mim...
Mas pode um incêncio alastrar-se ao coração que as labaredas nem vão sequer provocar um só perdão
...Quantas pedras não terá para atirar de novo em mim?Me subestimar, prá quê?
Não vou!
E quando o remorso invadir seu sono, então, meu coração não vai nem sequer se vergar à sua dor
Debelar o incêncio vai ser impossível só porque quem brincou com o fogo foi Você.
Esse é o Cartola e o resto?







