segunda-feira, 26 de março de 2012
A longa noite de As brasas, de Sándor Márai
domingo, 25 de março de 2012
Valentina
sexta-feira, 23 de março de 2012
PUKE RAINBOW
O Stay-Puff dos Caça Fantasmas
A bruxa de Blair
Beleza Americana
Rambo
Um sonho de Liberdade
Tubarão
E pra fechar com chave de ouro, meu favorito: O poderoso chefão
Quer mais? Tem aqui
quinta-feira, 22 de março de 2012
Um post no sentido figurado
quarta-feira, 21 de março de 2012
Declaração. De amor. De saudade. De persistência.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Quando sua criança acorda
Nascido em Anápolis - GO, se mudou ainda adolescente para Goiânia - GO onde passou seus últimos 8 anos antes de se mudar para São Paulo - SP.
Administrador especializado em Marketing, Ator, Bailarino, Professor...
Dono de uma vida cheia de profissões recheada de arte e sonhos - realizados ou (ainda) não.
sábado, 17 de março de 2012
Viva
Tenho memórias que são quase, tenho memórias inteiras, tenho memórias que me escapam mente afora.
E-mail: tatilazz@gmail.com
sexta-feira, 16 de março de 2012
Querem te enganar?
quinta-feira, 15 de março de 2012
Tecnicalidades...
quarta-feira, 14 de março de 2012
Escolhas ...
terça-feira, 13 de março de 2012
Do latim, Tripalium
Meus últimos dias têm se resumido em questionamentos sobre o tema emprego/trabalho.
Existe um trabalho em que você realmente seja feliz e valorizado? Existem patrões conscientes?
Patrões são de Vênus e empregados de Marte? Todo chefe faz cursinho preparatório no mesmo lugar?
Muitos são meus questionamentos, mas para não transformar esse post em um punhado de lamúrias (coisa que já fiz aqui), resolvi postar dois vídeos que dizem muito.
O primeiro trata-se de uma animação que fala sobre as relações humanas no trabalho. Dava para fazer enormes análises político-sócio-antropológicas sobre ele, mas acredito que fale por si só.
O segundo vídeo chamado The fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore é o vencedor no Oscar de melhor curta de animação deste ano. Ele mostra o quanto os livros e as histórias contidas neles podem ser refúgio e salvação no meio dessas perguntas sem respostas e dessas questões angustiantes.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Abram os cofres, o Príncipe Harry chegou!
A única coisa nova neste século são os brinquedos, o resto é antigo ,mantemos a tradição de sermos explorados em tudo.
Esta semana o príncipe Harry veio ao Brasil.Muito fofo, muito lindo, muito simpático,mas pertence a uma das monarquias mais assustadoras e exploradoras da história.Ele veio pelo nosso dinheiro.O que foi enviado por Portugal séculos atrás não é mais suficiente, eles querem mais.E nós vamos dar, lógico, finalmente ele é o neto da Rainha da Inglaterra e o Brasil não vai fazer desaforo para a Alteza Real.
Programas empalhados como o Fantástico não podiam perder a oportunidade.Foram atrás dele com uma garota,escolhida pela produção para ser apresentada a ele. Perguntaram o que ele achava das brasileiras e se poderia uma brasileira ser princesa. Ele riu e fez graça.Bom, nisso avançamos .Se fosse antes ele nem teria se dado o trabalho de responder e centenas de virgens estariam sendo entregues a ele.
O Rio de Janeiro tem milhões de problemas e pouco dinheiro para resolver.Mas essa visita do príncipe custou milhões, que a prefeitura nega,mas todos sabem o custo de uma visita dessas.
São aproximadamente 20 monarquias no planeta, até países castigados como Tailândia e África tem a sua.Cada monarquia tem em média de um a dois bilhões de dólares.Dinheiro sujo,de exploração, de saques e roubos.Estamos no século XXI e ainda achamos normal a monarquia tirar dinheiro do povo.Ignoramos a ciência e pensamos que eles tem sangue azul, passamos em cima da religião e acreditamos que eles são os escolhidos de Deus.
O Brasil está na mira.Há três anos a futura rainha da Suécia, a princesa Vitória visitou o Brasil, para investimentos.O que era ninguém sabe.Mas sempre pedem isenção de impostos,já que são monarquia.
Não somos os únicos a achar a monarquia uma coisa muito fofinha.Fomos depenados pela monarquia portuguesa e ainda nos deixaram a pior herança possível, uma maneira de pensar que divide o país em dois, quem é nobre e quem não é.
Único consolo é pensar que não somos os únicos que não percebem como eles continuam saqueando o povo.Os espanhóis estão passando dias cinzas, com desemprego, despejo e fome.Mas sua monarquia está bem, obrigado.Cada dia mais ricos, vivendo em palácios e dando jantares com comidas exóticas, enquanto pais de família não tem emprego nem dinheiro para alimentar seus filhos.
Os ingleses viram o governo cortar o apoio econômico aos estudantes, diante da crise em um ano que o dinheiro era necessário para ser usado na festa de 60 anos da Rainha no trono.Isso é mais importante que o futuro dos estudantes.Mulheres se prostituem para pagar a faculdade e o príncipe Harry aqui no Brasil, detonando, viajando com uma corte.
Ora, alguém se incomoda com isso ? Pelo jeito só eu.Vejo pelas revistas as monarquias se divertindo , gastando, e as pessoas cada vez mais miseráveis,como nos tempos feudais, as pessoas caminham entre a lama tentando vender seus animais para pagar os impostos para o rei.
Não temos mais monarquia, mas ainda nos deslumbramos com eles.Harry já avisou que gostou tanto do Brasil que vai voltar com seu irmão, William, futuro rei da Inglaterra.Isso vai ser um prejuízo para nós. No século XXI eles viajam de jatinhos para roubar outros países ,não mandam mais exércitos.
Poder político eles não tem nenhum, mas não perdem o costume de levar o que é dos outros.E por que não roubar se os países estão de portas abertas e ninguém reclama ?
O mundo está estacionado porque assim decidiu a maioria.Manter a igreja e a monarquia no século XXI não ajuda o mundo a progredir. E a visita do Harry deixa uma coisa bem clara, nenhum país está fora da mira dele.Como ladrões eles cheiram o dinheiro e o Brasil está na lista de prioridades.Estamos na lista e mesmo assim sorrimos, suspiramos , sonhamos em ver uma brasileira se tornar princesa.Se isso for o melhor para os cofres reais ingleses com certeza vai acontecer.
domingo, 11 de março de 2012
Photographia
Eis em meio a tanta desordem, uma máquina fotográfica daquelas de filme estava jogada por lá e como dois curiosos, não podíamos deixar de verificar se funcionava. Fuçamos mais um pouco para encontrar filmes e pilhas também.
E então começou a brincadeira. Tirávamos foto disso ou daquilo, dela e minha, tirávamos fotos do frio, do sorriso, da mão roxa e das plantas congeladas. Tirávamos e tirávamos, ríamos aos montes e nos aquecia. Tirávamos mais e mais, amávamos e tirávamos, e no fim, estávamos somente nós, sós e nus.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Perfeição e imperfeiçao
Antes de tudo, um amante da poesia e das palavras. Psicólogo de formação, professor por conviccão e artesão nas horas vagas. Como consigo fazer tudo isso? Não sei, apenas me aceito ser plural e não ser uma caixa estereotipada! Entre, acesse e descubra as maravilhas da pluralidade das Coisas do Luiz.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Parabéns!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Essa minha amiga, por exemplo, é uma pessoa maravilhosa, mas a todo tempo preocupa-se com a imagem que está passando para os outros. É como se vivesse sempre numa eterna busca de aceitação: você tem que me amar, você tem que me achar bom, bonito, generoso, inteligente, honesto, digno e o escambau a quatro. Para mim, isso é tão, mas tão distante que custo a acreditar que tenha gente que realmente leve a vida desse jeito. Mas existe. E não sou poucos.
É claro que, em maior ou menor grau, todos queremos passar nosso melhor. Ninguém gosta de expôr suas fraquezas e defeitos assim, gratuitamente, como se exibisse para o mundo tudo o que insistimos em pôr debaixo do tapete. Mas viver todo o tempo nessa tensão, como quem solta um pum no elevador e esconde a palma do mão com medo de ser denunciado, deve ser bem punk. Porque, simplesmente, não importa o quão bom sejamos. Sempre haverá alguém no mundo para falar algo a nosso respeito. Seja bem ou mal.
Há muito tempo passei da fase de me preocupar com o que acham ou deixam de achar de mim. Pelo contrário: hoje até me divirto com as percepções que as pessoas tem a meu respeito. Se estou gordo, reclamam que devia me preocupar mais com minha saúde, que sou muito novo para estar acima do peso e blábláblá. Se estou magro, deveria engodar alguns quilinhos e logo aparece alguém com cara de preocupação, querendo saber se estou bem, se tenho ido ao médico e por aí vai. Se o cabelo está comprido, um "corte moderno caía bem". Se resolvo cortá-lo, pronto, "perdi minha identidade". Se você faz uma tatuagem, tem gente que elogia, diz que é bacana, que tem maior vontade de fazer, mas o medo não deixa. Outros olham torto e até falam que isso "não é coisa de Deus". Trocando em miúdos: sempre tem quem bata palmas, mas sempre tem quem atire pedras. Em tudo na vida. O segredo, portanto, é um só: cagar e andar, como se diz no popular. E é assim que eu, Marcelo, tenho levado minha vida nos últimos tempos. Cagando e andando. E mais feliz que nunca.
terça-feira, 6 de março de 2012
Vênus
Olhos verde-musgo, fendas meio tristes na pele branco-bege, cabelos cor de ouro (não amarelos, não louros, mas cor de ouro de verdade), nariz baixo e boca pequena, queixo arredondado, maxilar belamente contornado, pescoço longo. Botticelli pode tê-la pintado assim, mas como seus olhos a pintam?
A figura de Vênus, a deusa romana do amor, já tomou várias formas. A Vênus de Milo é uma mulher de traços mais duros, de órbitas feitas vazias pela própria condição de escultura, corpo diferente do padrão atual; seios pequenos, cintura pouco marcada, pernas curtas. Vênus, nascida para representar o desejo sexual em primeira instância (em latim, venus era a palavra usada para o “amor carnal”), tomou várias formas conforme a sexualidade humana se tornou mais diversa.
A etimologia ainda aponta que venus divide a raiz venes- com a palavra venenum, no sentido de “feitiço, filtro mágico”. Vênus era a deusa que tornava o “vicio sexual” em “virtude sexual” no coração dos homens e das mulheres. Em um contexto atual, Vênus nos aparece para eliminar o pudor de sermos seres sexuais, em última avaliação.
A ela eram oferecidos os brinquedos das garotas romanas que haviam “amadurecido”. Com o nome dela era chamada a melhor jogada possível no jogo de azar mais popular do Império Romano. Vênus é a deusa do tempo que passa e nos obriga a crescer, seja física ou psicologicamente. Vênus é a deusa da sorte, da boa fortuna.
Em 1993, com um tom um pouco mais apimentado, a artista pop islandesa Björk quebrou paradigmas mais uma vez com “Venus As A Boy”. De sua forma peculiar, a cantora e compositora criou um hino ao mesmo princípio original da deusa que ela torna em um garoto em sua letra: o amor carnal. Mas ainda amor. E, talvez, amor ainda mais puro.
Não sei quem eu sou, mas continuo sendo, mesmo porque nunca fui outra coisa. E ao mesmo tempo já fui de tudo. Vai entender.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Tatuagem
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Depois de ler, ouça esta canção: http://migre.me/7nKiF
Cleyton Cabral vê história em tudo. É contista, dramaturgo, publicitário e faz bico de poeta.
@cleytoncabral
www.cleytudo.com
domingo, 4 de março de 2012
ANOTAÇÕES PARA UM LIVRO DE AUTOAJUDA
Tenho memórias que são quase, tenho memórias inteiras, tenho memórias que me escapam mente afora.
E-mail: tatilazz@gmail.com
sábado, 3 de março de 2012
Nem só de números
Cliente 01:
Mais ou menos 60 anos. Barbudo. Queria um empréstimo. Parecia envergonhando por precisar, falava baixo e olhava para os lados. Fui conversando para ver se ele relaxava. Acabou me contando da filha. Era um bom pai. Tenho um carinho especial por bons pais. Contou com orgulho que ela era uma atleta, nadadora. Participaria de um evento, não me lembro qual. Não sei nada de esportes, mas deixei que ele contasse. O empréstimo era pra ela. Perdeu o patrocínio. Foi uma sacanagem o que fizeram com a minha filha, disse. Começou a chorar, um choro nervoso, desses que a gente quer segurar e não consegue. Eu quis falar alguma coisa, dizer que no fim tudo daria certo e essas bobagens que a gente fala, mas não deu tempo, ele se levantou correndo da mesa e foi embora. Sem o empréstimo.
Cliente 02:
Mulher . Meia idade. Muitas dívidas, tentativas de renegociação fracassadas. Desses casos que a gente tem vontade de sair correndo quando vê, porque sabe que não vai conseguir resolver. Não sobrava nada do salário. Me contou que um dia um funcionário a ironizou por ter a vida financeira tão bagunçada. Começou a chorar. Contou que precisou ajudar a pagar o tratamento de leucemia do sobrinho. Mostrou a foto de um menininho risonho. Diz que gastou o que tinha e o que não tinha. O menino morreu. Disseram que é mentira, mas eu acreditei. E tentei, mas não conseguir ajudar muito. Duas semanas depois soube que ela tentou o suicídio. Sobreviveu.
Cliente 03:
Magro, louro. Uns 50 anos. Pele judiada de quem trabalhou no sol. Queria abrir uma nova conta. Não queria que a ex-mulher tivesse acesso aos seus novos gastos. Mas ex-mulher? Sim, ela que movimentava a conta, sacava o salário, tudo. Já a nova conta seria para gastos com a nova namorada. E põe nova nisso, 19 anos. Claro que ele estava apaixonado. E é bonita, me contou. Enquanto arrumava a documentação fomos conversando, conversando, até que ele me contou o detalhe essencial: era puta. Sim, puta. Eu quase engasguei, mas ele falava com uma naturalidade tão grande que só me restou achar natural também. Insistiram muito que ele fizesse um programa com ela, ele sozinho, negou, negou, até que em um sábado de solidão resolveu ligar e a menina foi. Chegou gripada, ardendo em febre, só restou a ele cuidar da menina. Apaixonaram-se.





