sábado, 16 de março de 2013
essential
sexta-feira, 15 de março de 2013
Yin, Yang
Aqueles que são incompetentes todos os dias e, quando porventura fazem algo de útil, recebem mil elogios, e;
Os que tentam ser competentes sempre e, quando por azar fazem algo de errado, são escurraçados pela vida inteira.
quarta-feira, 13 de março de 2013
As canções da minha mãe
terça-feira, 12 de março de 2013
Quem precisa de braços se tem as costas quentes?
Infelizmente vai durar uma semana essa indignação,já que se pensamos em um país como se fosse um corpo,o Brasil não tem braços.E sem braços não tem mãos,essas que assinam leis,que escrevem códigos penais e mudam seu futuro.Somos um país de aleijados,sem ter como escrever o nosso próprio destino,analfabetos de pai e mãe,sem noção de leis,de justiça,ficamos parados,horrorizados vendo o mesmo filme,que se repete.
A lei vai proteger o motorista,os pais dele já contrataram um bom advogado e ele parece ter tudo o que a lei exige,é ótima pessoa,excelente estudante de psicologia,boa família,branco,e jamais,jamais,quis machucar alguém,tudo isso junto inocenta qualquer um aqui no Brasil.
O rapaz não vai ficar muito tempo preso,já se desculpou pelo o que fez,não tá bom?Para a lei está ótimo.
Essa tragédia anunciada é o resultado de um país que protege as vontades da elite,acima de tudo,protege esses dementes que saem para beber e querem dirigir,protege os brancos de carros importados e reputações intocáveis,blindados por cartões de crédito e garantia de pertencer a uma burguesia que sempre se destacou no Brasil por egoísta,impertinente e inconseqüente.
Um ciclista ser atropelado por um bêbado não é o começo da tragédia,é o fim dela,que começa bem lá trás,no momento que a indústria de bebidas chega a um país e começa a massacrar mentes já de por si fracas com anúncios,comerciais,tudo leva o jovem a beber.Não tem lei que segure isso,mas quem em sã consciência vai parar uma indústria de bebidas?Esse dinheiro é vital para investidores e políticos,é uma das indústrias mais poderosas do mundo.Para complementar o círculo do horror juntamos a bebida com nossa construção social,a idéia que guia este país desde os tempos de Cabral,rico pode tudo,até beber sem ser punido.Se for branco então a polícia não manda encostar o carro,não vai incomodar uma pessoa de `bem ´ que está apenas se divertindo.
Tudo foi construído para que essas tragédias aconteçam,tudo parece perfeitamente desenhado,as bebidas livres,a falta de leis de trânsito mais rígidas e as leis que se recusam a punir brancos e ricos.
Com uma amiga conversando fiquei pensando se não seria possível cortar o braço do motorista e implantar no rapaz que teve seu braço amputado,já que para o motorista um braço é simplesmente um braço,com certeza ele não vai sentir falta do seu.Minha amiga surtou,logo disse-Precisa falar isso Iara?Você é muito revoltada,que idéia mais besta e violenta!
Mas não é?Eu que sou revoltada mesmo,o problema ( ainda bem) sou eu,graças a Deus,só eu que pensei em uma justiça mais dura,já que o braço não doeu no motorista na hora de jogar,não vai doer na hora de dar o seu para a vítima.
Muito se fala em desarmar as pessoas,tirar todas as armas do país,mas um carro em alta velocidade dirigido por um bêbado não é uma arma?Não!É um meio de transporte da elite,quem vai desafiar a indústria automobilística?Mexer com essas duas indústrias,de carros e bebidas,é meter a mão em um vespeiro e incomodar todos os empresários,como fazer isso se não existem nem mãos para assinar novas leis?
A discussão se abre para o lado errado,ciclistas e motoristas,essa eterna briga de países subdesenvolvidos,esquecidos pela ordem divina.Mas esse não é nosso único problema,a briga aqui é sobre a falta de ética e de leis,não adianta só resolver a questão dos ciclistas e motoristas,ainda assim seremos um país sem moral,sem ética,sem noção de direitos humanos,nem de respeito ao próximo.É a mentalidade que amputou os braços de todos,é a insistência de uma elite em se proteger,passando por cima dos direitos de um país inteiro.
O Brasil não tem braços,não tem mãos,mas quem precisa de mãos se tem as costas quentes ?Aqui,nesta terra esquecida por Deus só salvam os braços aqueles que tem as costas protegidas,quem não tem conhece de cor e salteado seu futuro,é questão de tempo ser amputado.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Brincadeira
Nem o momento, nem o amor. O sabor do beijo é ainda melhor quando bem temperado. E de onde vem esse tempero? Ah! Esse tempero é fruto de algo que pouco se dá importância e começa das mãos. É das mãos que nasce o abraço, aquele que nos mantém bem próximos como que se uma corrente nos envolvesse, mas sem sufocar. É ela que é capaz de soltar a corrente sem nos deixar distante e nos envolve em outra dimensão com as brincadeiras: um carinho, um aperto sem maldade, um afago, um tapa sem dor. E nessa hora a brincadeira das mãos chama outros elementos, os lábios, que com um beijo de desculpa esfarrapada vem só pra chamar o belisco, o nariz, pra sentir seu perfume e novamente da boca, vem aquela ofensa sem nexo ainda mais quando os dois sabem que nossos perfumes juntos são os melhores de todo o universo. E o ouvido, sempre receptivo, leva as notícias e as palavras de forma descontraída e geram mais diversões para as mãos, as bocas e os narizes. E nem um nem o outro são heróis sozinhos, todos juntos acumulam pontos e vão se somando e de forma gritante, fazendo com que aquele beijo se torne tão esperado como se fosse o primeiro, ou o último e ainda deixa ao gostinho de "volto logo" e assim, coloca esses protagonistas para brincarem mais e mais. E brincam sem parar, brincam sem parar, sem parar, parar.
Encontre mais no livro Rascunhos Vivos
sábado, 9 de março de 2013
Você tem medo de quê?
Antes de tudo, um amante da poesia e das palavras. Psicólogo de formação, professor por conviccão e artesão nas horas vagas. Como consigo fazer tudo isso? Não sei, apenas me aceito ser plural e não ser uma caixa estereotipada! Entre, acesse e descubra as maravilhas da pluralidade das Coisas do Luiz.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Acabou o Céu
quarta-feira, 6 de março de 2013
Sim
Um aviso dela, um pedido: me ame.
E quando a vida chama, meus amigos...
http://youtu.be/02-YzGlHF0k
Você não quer dividir a culpa?
Eu não sei como não há mais pessoas com problemas de saúde mental. Pensar é uma das coisas mais estressantes do mundo, e não conseguir articular o que eu quero dizer me deixa louco. Eu acho que eu deveria ler mais livros e aprender mais palavras. Minha irmã costumava ler o dicionário, eu vou começar daí.
Eu gostaria de viajar. Eu quero ver a Índia, as pirâmides, uma baleia e aquela corrida de bicicletas na França. Eu não tenho certeza sobre rios, eles me assustam, mas eu amo nadar, eu sou bom nisso. E quando eu nado eu conto as voltas que dou, e isso me ajuda a relaxar.
Quando eu era mais jovem vi uma casa queimar, e depois passei por ela por seis anos, quando saía de casa. Decrépita, negra, perigosa. Eu me perguntava se mendigos moravam lá. Eu ainda não tenho certeza, mas eu sei que nunca havia festas lá. Depois de um tempo o conselho da cidade resolveu arrumar o espaço urbano, e decidiram que aquela casa era uma poluição visual. Decidiram derrubá-la. Atrás da casa havia um muro com uns rabiscos de grafite, e um palavrão escrito em letras gigantescas. Agora eu passo por isso quando saio de casa.
Eu gosto de ir até o parque, e andar por ele. Eu gosto de levar meus cachorros até lá, e meus amigos, e também de ir sozinho. Eu gosto de flores e de simplicidade, de compaixão e presentes bem pensados, de poder gritar. Mas eu queria ser capaz de ficar quieto. Quando estou quieto as pessoas acham que estou triste, e normalmente eu estou. Às vezes, quando eu estou em uma estação bem lotada e barulhenta (uma com todos aqueles trens enormes, como King’s Cross), eu tenho vontade de colocar minha bagagem no chão e gritar qualquer coisa, porque eu tenho algo pra dizer. Você quer dividir a culpa?
Não pense, só durma.
(Kate Nash)
Não sei quem eu sou, mas continuo sendo, mesmo porque nunca fui outra coisa. E ao mesmo tempo já fui de tudo. Vai entender.
terça-feira, 5 de março de 2013
Fugiu com um americano. Sem ovo.
MINICONTO GRINGO II
Cleyton Cabral vê história em tudo. É contista, dramaturgo, publicitário e faz bico de poeta.
@cleytoncabral
www.cleytudo.com
segunda-feira, 4 de março de 2013
Quando meninos se tornam homens, ou: quando eu vejo Game of Thrones.
No próximo texto, no próximo quatro, de abril, a terceira temporada já terá começado. E eu serei um menino na frente da tela com os olhinhos brilhando de excitação, e um homem mais envelhecido horas depois, pensando que a vida é boa, mas não é justa.
Cartomante hereditário, iniciou seus estudos aos 10 anos de idade, através de sua avó. Aos 14 iniciou seus estudos com os 78 Arcanos do Tarô de Marselha e aos 17 com o Baralho Cigano (Petit Lenormand). Atualmente trabalha com História da Arte, sem no entanto se desligar do Universo simbólico das cartas de jogar. Autor do livro Conversas Cartomânticas: da escolha do baralho ao encerramento da consulta.
sábado, 2 de março de 2013
Manual de como se comportar no cinema
sexta-feira, 1 de março de 2013
das amizades
Jornalista, especialista em Midia, Informação e Cultura pela USP, onde participa do Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação. Pesquisador de mídias e redes sociais virtuais, escreveu o livro www.odio - a internet na mira do mal. Atualmente é assessor de comunicação, produtor cultural e atua como jornalista freelancer em matérias sobre Cultura e Comportamento.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Do 29 ao 30
Não existe dia 30 de Fevereiro, estou de férias no próximo mês? Mas como a diretoria liberou 3 postagens para o dia 28, então estamos ai.
Coisas estranhas:
1ª - Houve uma única vez na história o dia 30 de Fevereiro que foi 30/02/1712.
2ª - O nome “Ano Bissexto” ao contrário do que muitos pensam não é por causa dos dois números “6” que temos nos “366” dias do ano.
3ª - Nos EUA existe o festival do ano bissexto na cidade de Anthony que se auto-proclamou a capital do ano bissexto.
4ª - A mais bizarra de todas:
Vamos as efemérides:
Eventos:
1940 – O filme E o Vento Levou ganhou oito prêmios Óscar, sendo que um deles foi para Hattie McDaniel que foi a primeira mulher negra a ser convidada, e a ganhar uma estatueta do Oscar, mas ainda pingou racismo por todos os lados na festa, pois ele ficou isolada de todos os demais participantes, inclusive dos que trabalharam co ela no filme.
Nascimentos:
1860 – Herman Hollerith: O sobrenome desse féla é familiar não? Sim ele é o culpado por aquele momento em que você recebe o seu hollerith e pensa “Estou sendo roubado”.
1976 – Ja Rul: Ex-Traficante que virou rapper, e vivia de briguinha com o 50 Cent, mas essas não foram as maiores cagadas em sua vida, a maior sem duvida alguma foi ter gravado uma música com a Wanessa Camargo, e ainda ter a pachorra de prometer um álbum com Ivete Sangalo, Dudu Nobre e Chorão.
Falecimentos:
1980 – Gil Elvgren, você pensa que somente brasileiros abreviam o seu nome quando ele é feio? Esse “Gil” ai é de Gilette, pense em um nome bonito da porra.
Quem são eles?
Hey Hey We're The Monkees
Abraço
Jeff
Vou me desacorvardar dizendo não a um coração que fez só desagasalhar quem o abrigou
Profanou, sem se importar e destruiu, sem mais pensar,o essencial de mim.
Me atiçando um fogo em mim...
Mas pode um incêncio alastrar-se ao coração que as labaredas nem vão sequer provocar um só perdão
...Quantas pedras não terá para atirar de novo em mim?Me subestimar, prá quê?
Não vou!
E quando o remorso invadir seu sono, então, meu coração não vai nem sequer se vergar à sua dor
Debelar o incêncio vai ser impossível só porque quem brincou com o fogo foi Você.
Esse é o Cartola e o resto?
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Hora do banho
Quando não sou uma burocrata, uma dona de casa ou alguém que finge estudar coisas "sérias" como filosofia, sou uma antropóloga amadora que se dedica a investigar hábitos humanos que para a maioria das pessoas seriam dignos de pouca atenção. O banho é uma dessas práticas que considero curiosíssimas. Para mim, as pessoas se dividem em quatro categorias básicas de acordo com a hora que tomam banho: há aquelas que tomam banho pela manhã, há aquelas que tomam banho à noite, há aquelas que tomam banho de manhã e à noite e, por fim, há aquelas que nunca tomam banho. Claro que há casos que vão além das minhas categorias, mas essas pessoas devem ser consideradas na sua particularidade.Enfim, como se vê, os desdobramentos sobre o tema são numerosos e já é hora do meu banho. Se achou minhas reflexões antropológicas por demais inúteis, só lhe digo uma coisa: vá tomar banho... é um ótimo momento para pensar coisas como essas!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Escrever com a luz!
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Dois caminhos
Eu sou o mal que se esconde nos corações dos homens. E gosto de escrever quase tanto quanto gosto de referências obscuras.
Há alguns anos, me chamavam de "Imperador" e isso não tem nada a ver com o outro Adriano, o que joga futebol, conhece a lei do impedimento e sabe a distância que a bola deve ficar do gol na hora do pênalti. Aliás, odeio futebol. Mas não, não sou viado.
Tive um outro blog, em que eu assinava como "Nabucodonosor". Eu adorava esse nome e adorava aquele blog também. Tenho um puta carinho por ele. Pena que perdi quase tudo do que escrevi lá. Tinha umas paradas legais. E até consegui muitas coisas boas por causa dele. Alguns amigos, uns momentos muito bacanas.
Não gosto de me descrever. É pretensão querer dizer aos outros o que pensar de você. Mas tem umas informações que são imprescindíveis e que você não vai perceber de imediato. 1 - Eu sou ácido. 2 - Sou cítrico. 3 - Se pingar na pele, eu mancho. 4 - Bom humor é fundamental. 5 - Eu tomo banhos. No plural.
Acho que é isso. Dá uma lida aí. Você provavelmente vai gostar de algumas coisas, em outras vai me achar meio arrogante, mas garanto que vai sair daqui com algo mais do que quando chegou.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Uruguai para Brasileiros
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Sobre a nobre prática de emprestar livros
As estatísticas apontam que 98% dos livros emprestados não são devolvidos. Um dado realmente alarmante que faz com que eu perca ainda mais a esperança na humanidade. Mas vamos lá, não seremos nós, leitores deste respeitoso veículo de comunicação, que iremos engrossar esta vergonhosa estatística. Se VOCÊ... sim, você mesmo que está me lendo, possui em sua casa algum livro que a princípio não lhe pertence, que a princípio, de repente, ME pertença ou pertença a algum amigo inocente, sugiro que proceda da seguinte forma: DEVOLVA! Sim, é isso mesmo. Não é tão difícil assim! Se o livro fosse dado, eu ou o outro amigo inocente, teria deixado isso mais claro pra você, quem sabe com uma dedicatória ou um embrulho de presente. Se isso não ficou evidente no momento da "entrega" é porque, mais cedo ou mais tarde, você terá que (me) devolver. E isso também vale pra DVDs, CDs, roupas de baixo... tudo! Vamos incentivar práticas amigavelmente sustentáveis de trocas de materiais!
Acredito que existam ao menos dois tipos de empréstimos de livros. O primeiro, e o mais comum de todos, tem objetivos essencialmente econômicos e coloca aquele que empresta na função de uma espécie de biblioteca pública ambulante. Alguém que deseja ler um livro mas não quer ou não pode comprá-lo pega emprestado com uma boa alma que possui o livro e deseja emprestá-lo. Um mecanismo simples e que costuma funcionar bem (salvo naqueles 98% de casos inconvenientes citados no parágrafo inaugural do post). Entretanto, esta forma extremamente racionalizada de troca cultural peca por ser, como já dito, essencialmente econômica. Ainda que eu economize alguns trocados, pouco estarei me valendo do Outro, daquele que me emprestou. Pouco esterei me valendo de sua experiência enquanto leitor, que pode ser (e invariavelmente é) distinta da minha.
Assim, passo a falar do segundo tipo de troca de livros, daquela que realmente me motivou a escrever estas linhas sob a luz bruxuleante do lampião a gás. Esta segunda forma não tem objetivos econômicos, mas culturais, de ampliação de horizontes. É a saída momentânea de nossa bolha para o encontro com bolhas alheias. Os estudiosos chamam este segundo tipo de troca de "troca cega" ou "exchange blind". Agora o emprestador deixa de ser uma biblioteca pública ambulante e "passa a ser" Ele Mesmo, em toda a sua essência. Alguém escolhe um livro que gostou, que lhe foi importante, que lhe caracteriza enquanto leitor e empresta para um outro Alguém, que faz o mesmo. A escolha é feita por quem empresta e não por quem toma emprestado. Veja bem, aqui não estamos tratando de uma simples e calculada troca de materiais, mas da troca de um pouco do que somos (e isso não tem como devolver). Aqui chegamos a lugares e conhecemos coisas às quais não teríamos acesso no primeiro tipo de troca, às quais provavelmente não chegaríamos sozinhos.
Escrevo isso agora porque recentemente conclui que sou um conservador literário. Ao menos era, até o momento desta brilhante conclusão. Já li uma quantidade razoável de livros, mas conheço relativamente poucos autores. Isso porque, ao me deparar com um autor com a qual me identifico, penso em aproveitar o "achado" e ler a maior quantidade de livros daquele autor, como alguém que diante de uma pepita de ouro, conclui que ela veio de uma mina, onde podem ser encontrados outros tantos exemplares daquela solitária pedra preciosa. E isso se refletia em minha busca por livros emprestados, me fazendo ir atrás apenas daqueles autores com os quais eu já estava familiarizado.
Mas um curioso fenômeno tem ocorrido ultimamente que está me fazendo mudar de postura. Livros de autores variados estão "caindo" em minhas mãos sem serem, efetivamente, por mim solicitados e estão me rendendo adoráveis surpresas, tais como Mário Benedetti, Mário Vargas Llosa, Ismail Kadaré, Marçal Aquino, Herman Melville, Lourenço Mutarelli, entre outros (alguns deles estão ilustrando o post), o que tem me feito perceber que o mundo, ao menos o mundo literário, é bem maior e mais rico do que eu poderia imaginar.
Então, minha proposta vai nesse sentido. Seja lá o que for que você goste de ler, se dê a oportunidade de se impressionar com o novo. Tente um novo gênero, um novo autor, uma nova nacionalidade, um quadrinho de outro estilo! E não gaste dinheiro com isso! Conheça melhor seus amigos através dos livros que eles gostam de ler! Ao menos de vez em quando tente sair dos autores de costume e peça que cada um de seus amigos indique, e se possível lhe empreste, o livro que mais gosta de ler. O pior que pode acontecer é você se dar conta do tipo de gente com quem você anda se relacionando...Aliás, alguém tem alguma sugestão?
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Descubra quem você é. E seja! De propósito!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Meu Carnaval, na Europa.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Meu mundo em degradé
Chega um momento em que as coisas começam a acontecer. Você percebe que quase nada é mesmo para sempre. E isso machuca tanto. Percebe que as pessoas podem ser ainda mais cruéis e que família, nem sempre quer dizer suporte. Acho que foi por essa época que meu mundo entrou na covardia azul. Passei por todos os tons dele. Sempre tão bonito. O azul é sempre tão aconchegante, preenchedor. Mas o azul é depressivo, e isso eu só vim descobrir depois. Talvez por isso quase todo mundo tem um momento muito azul. Ele representou uma fase introspectiva na minha vida, de crescimento. Uma fase de auto-análise importante.
Hoje é tudo amarelo. Forte, expressivo, determinado, exagerado. Parece tão simples, mas poucos tem mesmo coragem de se expor ao amarelo.
__ Você é abusado, garoto! - Me disseram um dia.
__ Porque?
__ Você usa amarelo. - Me responderam.
Estar amarelo incomoda, irrita os outros. Amarelo é outing demais, é descontraído, pretensioso. As pessoas sabem que o amarelo é seguro demais pra voltar a ser azul. Atrai um mau olhado da porra.
O que será que vem depois? Vermelho, com seu poder intimidante? Branco, com sua intenção de descanso?
Só espero ainda viver muita coisa antes de chegar no preto.
Nascido em Anápolis - GO, se mudou ainda adolescente para Goiânia - GO onde passou seus últimos 8 anos antes de se mudar para São Paulo - SP.
Administrador especializado em Marketing, Ator, Bailarino, Professor...
Dono de uma vida cheia de profissões recheada de arte e sonhos - realizados ou (ainda) não.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O dia 17
Tenho memórias que são quase, tenho memórias inteiras, tenho memórias que me escapam mente afora.
E-mail: tatilazz@gmail.com
sábado, 16 de fevereiro de 2013
A alegria do Carnaval
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Orelha
A concha junto a ela faz o barulho do mar.
Quando um burro fala, o outro a abaixa.
Na dúvida, deixe a sua em pé.











