Das sacadas dos sobrados da velha São Salvador, eu via com
amor os pontos turísticos que não visito mais. O Pelô e o Mercado são áreas
mapeadas por mim. Mas a cidade não acaba aí e ainda guarda muito do adolescente
que passava as noites no Campo Grande à procura de sabe-se lá o que.
Hoje, pós-adolescente, ainda me impressionam as casas, as
ladeiras e a magia da mesma forma que antes e acredito que sempre. A Bahia,
assim como Minas, guarda uma qualidade de Brasil que é das coisas mais bonitas
que há. Como uma estrutura fundamental na nossa formação de país, a Bahia tem
muito de tudo que sempre é ressaltado da nossa personalidade. O cerne, o viço
da nossa maior miséria e maior alegria.

Entendi seu recado. A força secreta daquela alegria foi
lembrança precisa e recuperada. Dá licença, meu senhor pois pra saber seus
segredos serei baiano também.
Pedro, seu texto foi uma bela surpresa. Lindo o jeito como escreve e escreve essa Bahia tão mágica, tão misteriosa. Tanto que eu, que nunca tive vontade deconhecer a Bahia tão urgentemente, acabei de colocá-la como uma das prioridades de minhas andanças. Obrigada, beijos
ResponderExcluirTenho vontade conhecer, mas falam tão mal que já tinha desanimado. O post deu uma revigorada no desejo.
ResponderExcluirgostei, hein?
ResponderExcluirja contei q em outra vida eu vivi em salvador? pois eh.
É tão bom te ver por aqui tambem! =)
ResponderExcluirDelícia ler vc por aqui tb. Eu, que nunca tive vontade de conhecer Salvador até tê-lo que fazer por trabalho, sei bem do que vc está falando.
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