segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Desenhando com a luz

A fotografia tem um efeito muito forte em mim, não sei o motivo, mas mesmo estática, voto nela como um dos mais impressionantes meios de comunicação e arte.

Uma imagem pode revelar segredos, provar, desprovar, inibir, divulgar ou expressar. Posso ficar horas vendo uma boa foto. Gosto também de sair com amigos pela cidade ou pra fora dela com uma câmera nas mãos, registrando detalhes, paisagens, pessoas... eu briso.

Mas, entre todas as possibilidades da fotografia, nenhuma desperta em mim tantos sentimentos quanto a sua versão de testemunha da passagem humana pela Terra. É um sentimento parecido com o que me toma durante a exibição da retrospectiva anual, uma confusão de emoções... as vezes orgulho, as vezes nojo, revolta…

A fotografia desafia o tempo e nos é cruel ao ser capaz de jogar em nossa cara, com um frio realismo, tudo aquilo que somos capazes: vemos atrocidades quando nos achamos bons demais; vemos superações quando nos subestimamos.

Vou fazer um pequeno apanhado, para exemplificar:

A Primeira Fotografia
Ousadia
A Força
Nagasaki
A Garota de Napalm
O Protesto de um Monge
A Força de 1
Intolerância
Power Flower
E continuamos parados...
Almoço na Contrução do Rockfeller Center