sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um dia a mais. Um dia a menos.

Um dia a mais.
Um dia a menos.

Essa tem sido a minha matemática com o tempo.
Quando me convém, subtraio. Quando não, adiciono.

É provável que muitos façam o mesmo.

O raciocínio é simples: Segunda-feira com feriado: um dia a +. Mais para ficar em casa, mais para descansar, mais para dormir, mais para o Netflix.
Fim do expediente na Segunda: um dia a - para o fim de semana.

Devido ao trabalho, rotina, ou todos os demais ciclos da vida, acabamos por dividir o tempo em partes; os velhos e conhecidos fins e recomeços. 
Como diria Drumonnd:
Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, [...] foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão.(...)”

Há algum tempo, devido ao meu trabalho, tenho separado minhas porções de tempo em 4 semanas. 
Esses amontoados de 28 dias oram passam voando e ora se arrastam para passar.
Durante esse “quase” um mês, o mais incessante mantra, dentro da minha cabeça, foi:

Um dia a menos. Um dia a menos. Um dia a menos. Um dia a menos.

E foi.

Tirando de um em um, acabou-se. Fechou a conta. Se reduziu a zero. Hoje, sexta feira, com o lindo “um dia a mais” - Sábado.

Sexta feira 13 é realmente um lindo dia de sorte.

Brindemos os “um dia a menos” dos ciclos ruins e brindemos ainda mais os “um dia a mais” das boas fases da vida.

Vai uma cerveja aí?