domingo, 22 de agosto de 2010

(O vazio do) Domingo de manhã.



Aos quatro eu não o compreendia. Aos treze eu o achava um pé no saco. Aos dezenove comecei a entendê-lo.
Hoje, aos vinte e um, passo a sentir sua falta.

Adeus “SEusébio”, simpático vizinho, senhorzinho de olhos azuis que, ao lado de seus gatos, tocava Menino da Porteira em seu cavaquinho ligado ao amplificador aos domingos de manhã.

Vá em paz.