segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

acabou de acabar 2014, queira ou não ele está quase dando seu adeus...

E digo vai-te-embora com a graça de Deus pelo amor de todos e de tudo desta galáxia/mundo. 

Não é que tenha sido tão péssimo e horroroso e terrível. Não é que tenha tido dificuldades maiores que noutros anos, pelo contrário sabe. E poderia elencar os motivos de ter sido ótimo e muito gostoso mesmo com todos os percalços e atropelos dessa vida santa de todo ano e verdade seja dita:qual ano não teve?

E se não fosse o calor danado de malino na bacurinha juro que mencionava até cansar. E por falar em bacurinha ela está coçando que é uma beleza de tanto suar, ave! Pelo amor de Deus nesse calor de quase 40º na sombra não tem quem aguente tanta suadeira. Minha nossa senhora dos aquecimentos globais e corporais acode aqui! 

Mas posso adiantar o que farei nos próximos dias até o exato instante da virada: chorar. Calma explico. Mas antes quero vivê-lo até a último gota, em suspiros, risos e por fim em lágrimas. E chorar chorar e chora de alegria, como forma de agradecimento sabe. 

Explico assim: mais que ligeiro e depressa porque o calor está de lascar e as picadas tão de matar no couro da rapariga aqui; e olha demorou pra achar uma Lan House. O que? Não tenho computador assim e assado. Não tenho e mesmo se tivesse não traria comigo. Sou da ralé porque não desfruto das tecnologias atuais? Tem toda razão, ralé é apelido, é pobre coitada mesmo. E com as paisagens daqui tenho a certeza do que não preciso e não cabe computador, Tablet, Smarts e blablablá dessa tralha toda, no máximo uma câmera ou celular moderno (não é o caso) e click. E o tempo urge e não tenho muito tempo disponível, os créditos estão acabando...

Resta muita gratidão àqueles que tiveram perto entre uma ligação e encontros esporádicos; um dos motivos deste ano não ter sido totalmente incrível, quase não pude me movimentar o bastante e o quanto queria para sentir as correntes que prendem, fiz o que pude e estive onde julgava ser muito importante, mas quem compreendeu visitou e ajudou da forma que pode e isso significa muito: obrigada. 

Por fim aquele obrigada bem especial para quem me aturou o ano inteiro, com gratidão infinita ao me proporcionar tantas coisas, dentre elas sorrir muitas vezes quando na verdade queria muito chorar sem esquecer daquele sol de fim de tarde em Santos, te digo que em janeiro volto e começa tudo de novo com quereres de viver mais... E deixo aquele obrigada Deus por me guiar, pois algo sempre relembra que o choro e tristeza não é o fim, pois se um dia choro noutro rio e ás vezes a coisa está tão de um jeito que faço as duas ao mesmo tempo. Em algum momento acontece o equilíbrio tão esperado e almejado.

Então boas saídas (do ano de 2014) e óteeeeeeemas entradas (do ano de 2015) e como dizem por aí vem-que-vem-quicando que é nois com energia hiper mega ultra super acumulada pra ser gasta para se não cair ruir trincar a Babilôniaaaaaaa! Já melhorou aquele calor na bacurinha, prendi o cabelo ufa. Em alguns lugares é cabeça, já noutros... Melhor deixar a escolha para o leitor, mas que a danadinha está com calor e muito suada atá viu. E hoje ela não vai voltar, ela só quer viver, andar de sandália [pela Jamaica e] por aqui mesmo.