domingo, 31 de julho de 2016



A vida, esse pequeno imenso ponto luminoso, num deserto infinito.
O desconhecido eternamente à nossa frente e às nossas costas.

Emergindo em cada esquina, em cada noite e em cada sorriso dado ou não dado. 

Permanecer eternamente imovel e livre. 

Neste ponto luminoso que a cada dia se esvanece mais, sem saber quando irá parar de repente.
Neste ponto, escuto os cachos dela e diante da agonia e angustia desse deserto me sumo e assumo que este ponto é tão belo enquanto existe.