domingo, 30 de outubro de 2016

Todo o dia que ela acorda mais cedo e me despeja o calor do cotidiano eu sinto a vida, que é tão breve, bater à porta e me dar mais alento. Todos os dias o medo da morte e do silêncio absoluto e infinito por incontáveis gerações me assombra, mas quando ela levanta e com os olhos verdes ou castanhos tece o vento novamente para mim, sinto que a vida, ainda que breve e nauseante, é uma concerto digno de ser ouvido e ... tocado. No seu corpo e olhos...