segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Os maias estão certos


2012 não é mesmo um ano como outro qualquer. É preciso ficar de olhos bem abertos. Na virada do ano, um amigo meu quebrou três dentes da frente depois que um amigo jogou um rolo de papel higiênico na fuça dele. Tudo bem que ele estava bebendo uma garrafa de cerveja, mas conseguir essa façanha com um papel higiênico, só mesmo em 2012.
São 3:42 da matina do dia 2. Acabei de medir a minha temperatura. Olhos em chamas, 40 graus de febre. Tomo um Tylenol atrás do outro, bebo 15 copos de água por hora. Tem um alien dentro da minha cabeça, corroendo meu cérebro. A cidade mais importante do mundo, em se tratando de reveillon, Copacabana, estava mesmo possuída por uma força maligna. Estava lá vendo os fogos debaixo de rajadas de vento apocalíptico, chuva que ia e voltava. Sem táxi na cidade, caminhei de Copacabana até o Jardim Botânico. Foram as mesmas rajadas de vento, uma chuva estranha, bem estranha.
Antes de atravessar a rua, andar de carro, fazer qualquer coisa, prestem muita atenção. 2012 não está mesmo para brincadeira.