quarta-feira, 15 de maio de 2013

Minha primeira crítica literária polêmica

Sem muito repertório, tempo nem paciência, precisava escrever um texto neste dia 15, como de costume. Foi então que optei por colocar aqui uma crítica literária polêmica do livro 50 tons de cinza, feito no Gerador de Texto do site Mundo Perfeito. Os geradores do site já são bem velhinhos, não são novidade. Mas é só seguir as instruções e colocar algumas palavras, verbos e substantivos (você precisa saber um pouco de gramática!) e... voilá! Aí está o resultado copiado e colado da minha brincadeira:

Sobre uma pseudo vanguardista

Confesso que não li 50 tons de cinza . Mas além de beleza, perspicácia, modéstia e superioridade caucasiana, tenho o poder da mediunidade que me garante o direito da perda injustificada.
A exemplo de Karl Marx, (que também não li, apesar de fingir conhecê-lo como as falanges da Aracy Balabanian), 50 tons de cinza parece que foi escrito por uma necessidade que Erika Leonard James tinha de, digamos assim, escrever. Agora, vamos nos entregar um pouco nesse assunto específico, que é a necessidade da escrita. Por que uma pseudo vanguardista decide escrever blasfêmia? Apesar de não ter lido o ápice da vulgaridade gratuita da obra, é fato notório que eu detenho exclusividade na arte de escrever blasfêmia. Não aceito qualquer ameaça de concorrência.
Eu poderia declarar aqui que o Justin Bieber é hétero, mas tenho que arranjar outra forma de enganar o leitor e encher lingüiça. Por isso exercito minha bipolaridade (que, aliás, é meu cartão de visitas) e minha paranóia enfrentando coisas que desconheço e escrevendo frases de efeito como: a mediocridade de Shakespeare é constatada no momento em que a obra resiste a se integrar ao parnasianismo e se dispersa em holofotes adolescentes.
De qualquer forma, voltando à 50 tons de cinza : não se trata de um Lorde Byron , nem de um Paulo Coelho. Aliás, essa comparação que tentei fazer só expõe minha limitrofia, porque não posso comparar uma obra que não li. Mas, para que se preocupar com coerência e raciocínio? Se Erika Leonard James for tão prosaica quanto eu, pelo menos arrumo uma boa briga. 
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Se você quer fazer uma crítica parecida com essa, escrever um texto estilo Jorge Amado ou compor uma música a la Engenheiros do Havaí, é só clicar aqui.