domingo, 22 de setembro de 2019
O amor é um ato revolucionário
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
sábado, 21 de outubro de 2017
Uma singela homenagem aos blogueiros (e ex-blogueiros) dos 30 dias
domingo, 21 de junho de 2015
Audiopost nº 01! O primeiro! De muitos! Talvez...!
Deveria ter saído nesse domingo, mas como fiquei o dia todo fora, e esqueci de programar o post, coloco aqui, já pedindo minhas sinceras desculpas!
É os sono!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Sobre algumas coisas e "Homens, mulheres e filhos"!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Não ao tal.
domingo, 9 de novembro de 2014
Sobre a dança
Dois pra lá, dois pra cá... Rebola, sacoleja, mexe o quadril... Atenção: te dou a deixa, prepara o passinho...
E quando inventamos nossa própria dança? Ah, que delícia fechar os olhos, sentir a música e dançar como se ninguém estivesse vendo! Delícia também é dançar quando realmente ninguém está vendo; dançar sozinha, enquanto faxina a casa, por exemplo.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Sobre a lua
P.P.S.: Ontem a luazona tava lá no céu me acompanhando novamente e me desafiei a falar com alguem. Vi duas pessoas paradas numa esquina, uma mulher vendendo pamonha em um carrinho desses de empurrar e um homem conversando com ela. Me enchi de coragem e falei: "vocês viram como a lua está linda hoje?" A mulher me olhou de um jeito estranho (talvez tenha pensado por um instante como o Felipe, de que se tratava de um código secreto) e dai levantou a cabeça para o céu procurando a bonitona, o homem olhou pra cima logo que eu falei e ainda comentou, "tá bonita, é lua cheia!". Dai dei um sorriso e continuei o meu caminho com sensação de dever cumprido!
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Aooooow, Brasil!
sábado, 21 de setembro de 2013
Noite de rock, bebê!
sexta-feira, 22 de março de 2013
Jukebox
sábado, 22 de dezembro de 2012
Sincretista
Na adventista
Ora o dia inteiro
Quer virar papista
Saca dinheiro
Vira dizimista
Com seu carro esporte
Vai na Metodista
Final de semana
Silas Malafaia
Mas quando se encana
crê em deusa Maia
Vai pra mesquita
até de ressaca
Vira Hinduísta
E adora vaca
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
No candomblé...
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Vai onde quer!
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Consulta o xamã...
Sincretista, sincretista
Sincretista, sincretista
Sincretista...
Filha de Iansã!
sábado, 22 de setembro de 2012
Aconteceu...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
"Doce anjo... Leia esta carta... Bem!"
Como eu tinha o contato no Messenger, direto com o radialista, pedi o nome de quem cantava e o nome da música também!
E partilho com você, através desse vídeo que posto à seguir!
sábado, 6 de agosto de 2011
O animal dentro de nós, deixe-o viver e morrer.
Mês passado, em uma básica divagação sobre o tédio das minhas próprias férias, recebi alguns comentários no meu post aqui no blog sobre como ler o que eu escrevi esclarecia um pouco sobre a geração da qual faço parte. Lembro-me bem de terem dito: “seu universo não é o meu, e por isso gosto de te ler”. O mais curioso é que agora, de novo no dia 03, quando finalmente consegui a inspiração para elaborar meu texto para o blog, que deve ser publicado em três dias, é justamente esse assunto que me vem a cabeça. Sou uma pessoa muito inquieta, e muito analítica, e talvez nasça daí minha obsessão estranha por decifrar minha própria geração (e, no caminho, decifrar a mim mesmo). A título de mais um capítulo nessa viagem, acho que cabe aqui uma pequena história e uma observação retirada da discografia de uma das mais proeminentes artistas pop dos últimos anos e, talvez até, a dona da música que melhor defina esse meu objeto de observação.
Se você me perguntasse alguns meses atrás sobre Kesha Rose Sebert, conhecida pelo nome de palco Ke$ha, jamais ouviria esses elogios saindo da minha boca. A verdade é que eu tive um problema sério com a americana de 24 anos, uma mistura meio estranha de falta de sorte (meu caminho nunca cruzou com o do seu melhor single, “Animal”) e preconceito pelo simples fato da canção que a lançou no mercado, “Tik Tok”, ser um tipo de pop pouco digerível que colava o estilo de uma cantora francesa alternativa e ainda tinha a harmonia parecida com um hit de Kylie Minogue, de quem tenho sido fã há tempos. Acontece que, num desses casos raros e deliciosos de boas surpresas, ouvir a discografia de Ke$ha, composta por dois álbuns até agora (Animal e Cannibal), é tirar um raio-x curioso, de música bem composta e cantada, da minha geração. Sem colocar o envolvimento emocional de fã recém-formado, é inegável que canções como “Your Love Is My Drug”, “Hungover” e “C U Next Tuesday” tem muito mérito compositivo.
Mas enfim, propaganda feita, vamos ao que interessa. Agora de pouco, ouvindo de novo o setlist do Cannibal e pensando no show da cantora que ocorre no final de Setembro em São Paulo (e ao qual este que vos fala estará orgulhosamente presente, eu espero), uma interessante dicotomia posta lado a lado me fez pensar. Propositalmente (como eu aposto) ou não, a jornada do ouvinte por essa fatia do álbum vai da seguinte maneira. “The Harold Song”, a quinta faixa, é a típica canção do adolescente apaixonado por quem não deseja estar. É um sentimento platônico comum a qualquer geração, o de um namoro terminado ou de um que nunca foi, mas que em qualquer caso faz o refrão entoar, em seu final, um clichê e ressonante “eu daria tudo para não estar dormindo sozinho”. A noção de que o amor é doloroso é uma descoberta tipicamente jovem. E essa minha geração tende a deixá-la muito latente. A faixa seguinte é “Crazy Beautiful Life”, e uma rápida olhada nas letras de Ke$ha é o bastante para descobrir que se trata de uma chamada intensa, talvez um pouco exagerada, mas na verdade bem honesta, para o fato de que em meio a divertida e apaixonante vida que os mais velhos tendem a chamar de “vã” da nossa geração, a verdadeira luta ainda é por algo real e certo. Sem meias palavras, pelo amor. Ou pelo menos pelo que a gente ache que é o amor.
Isso é uma pílula pra começar a saber o quanto Ke$ha entende essa geração, e o quanto faz sentido para ela se apoiar nas músicas de uma garota que construiu para si uma imagem meio suja, um tipo de glamour sem intenção, animalesco. Nos moldes de Gaga, que surgiu antes dela, Ke$ha não quer ser a perfeita popstar das capas de revistas. Ela quer ser aquela que vai servir de apoio, de identificação, para uma geração que encontra tudo isso na música pop. E isso não é só reconfortante, mas é também muito bonito. Nada mais emocionante, afinal, do que ouvir alguém cantar “estou apaixonada pelo que somos, não pelo que deveríamos ser” enquanto o resto do mundo está tentando te fazer mudar.
Não sei quem eu sou, mas continuo sendo, mesmo porque nunca fui outra coisa. E ao mesmo tempo já fui de tudo. Vai entender.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Respeito.
E aí pessoal do Blog 30 Pessoas? Bom, como eu tive que entrar correndo para o post desse primeiro mês, vou deixar aqui um texto meu bem recente, na verdade escrito ontem, porque não tive tempo de preparar algo especial. Pra quem não me conhece, sou cinéfilo dedicado e fã de música ao extremo. Especialmente música pop. E, como vocês já devem saber, ontem, sob a esperada chuva de críticas, saiu “Judas”, obra daquela que é, na minha humilde opinião, a grande artista pop do nosso século: Lady Gaga. Não me importo com as críticas. Só não gosto de julgamento precipitado. E é pra algumas dessas pessoas cheias de preconceitos que vai o texto abaixo. Veja bem, não é para todo mundo que não gosta de Gaga ou não gostou de “Judas”. É só pra certos argumentos. Se a carapuça servir… Façam bom proveito e até mês que vem. (:
Só é respeitado quem respeita. Eu não queria lavar a roupa suja nem aqui nem agora, mas foi você quem a sujou, e já é ruim o bastante que eu tenha que ser aquele que vai limpá-la. Então vai ser do meu jeito. Antes de qualquer coisa, deixe-me contar sobre mim mesmo um pouquinho: a coisa que eu mais desprezo nesse mundo cheio delas se chama preconceito. E não só comigo: tomo as dores dos outros, mesmo! Eu não me importo que você desaprove o comportamento de alguém, as escolhas de vida de alguém, mas liberdade acima de qualquer coisa. E por mais que você não concorde com alguém, esse alguém tem a mesmíssima liberdade de expressão que você, e o seu Deus (que é também o meu, lembre-se) deu a ele o mesmíssimo livre arbítrio.
E pode ser que não para você, que não as viver, mas pergunte por aí e você vai descobrir que toda forma de amor vale a pena, sim. O amor é algo belo demais para caber num livro de regras. Amor não se dita, não se prende, não se julga (por favor, ênfase no ‘não se julga’): amor se vive, se sente, e jamais se explica. Então não saia por aí dizendo o que é certo e o que é errado, o que é amor e o que não é. Você, em toda sua vida, assim como eu e qualquer outro ser humano, vai ter ou já teve a sorte de conhecer muitos tipos de amor, mas nem o boêmio mais sábio do mundo vai poder chegar perto de dizer “eu sei o que é”. Porque o amor é muitos em um. É um infinito dentro de outro, e mais outro, e mais outro… E quem é alguém para dizer que conhece o infinito?
Então, talvez seja isso que eu queira dizer: que fingir se conhecer e estar seguro de absolutamente tudo é uma enorme besteira. Eu às vezes me surpreendo com as linhas na palma da minha mão, que dirá com os recônditos do meu espírito. Não diga “sou forte”, porque isso te faz um fraco por não ter admitido a própria fraqueza. Ao contrário, brade com orgulho: “eu erro!”. Só se admitindo frágil você é capaz de encontrar alguma resistência as agruras do mundo. E deixe que ele atire suas pedras: antes um homem massacrado pela própria honestidado do que um sobrevivente mentiroso.
Eu lhe pergunto: quem queres ser? Seu (nosso) Deus, cuja língua não mentir nem quanto as próprias fraquezas, e acabou crucificado? Ou Judas, o mentiroso recompensado? Então pare, pense, veja, forme uma opinião, mas acima de qualquer coisa, respeite! Todo mundo tem direito a se expressar, inclusive você. Inclusive ela. E inclusive eu.
Não sei quem eu sou, mas continuo sendo, mesmo porque nunca fui outra coisa. E ao mesmo tempo já fui de tudo. Vai entender.



