sábado, 4 de julho de 2020
Black lives matter?
quarta-feira, 1 de julho de 2020
Deus não dá asas a burro
sábado, 27 de junho de 2020
9 razões sobre como e por que devemos viajar
- A expectativa
- Os destinos de viagem
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| cena do filme "O céu de Suely" |
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quinta-feira, 25 de junho de 2020
Estreia
Olá a todas e todos.
Hoje estou aqui contribuindo (ou não) com meu primeiro texto neste blog. Então, me pareceu razoável que eu falasse sobre estreias.
Quando buscamos no dicionário Priberam o significado de “estreia’, esbarramos com nove significados possíveis, dos quais, seis dizem respeito a algo que é feito “pela primeira vez”, seja um discurso, uma apresentação pública… um texto. Pois bem, antes de mais nada, estamos, de fato, em uma estreia.
O primeiro dos significados do Priberam (e que não remete a uma “primeira vez”) diz que “estreia” é o ato de estrear ou estrear-se. Pois bem. Imagino que esta ação primordial nos remete, por outro lado, a ideia de rotina. Estrear é quebrar a rotina. Pá!.
Mas a relação entre essas duas coisas me parece, antes, dialética, do que antitética; quer dizer, elas se retroalimentam, em vez de se oporem, pura e simplesmente, em uma relação aparentemente paradoxal.
Se uma estreia é a quebra da rotina, o sucesso do discurso, da apresentação pública… de um texto (ou do próprio sujeito) estreante vai ser, necessariamente, a sua transformação em rotina. Seja na rotinização do processo produtivo do sujeito estreante, seja na reprodução e consumo ao longo do tempo da coisa estreada. Já a continuidade da rotina, por sua vez, é marcada por novas estreias, que lhes dão novo fôlego, mantendo-a viva.
Enfim, não há estreia sem rotina, e vice versa.
O dicionário Priberam explica que o termo “estrear” vem do latim strena: “presente dado como bom presságio”. O efetivo sentido presságio, bom ou ruim, só o tempo irá dizer, ou transformar, ou não, em rotina (do ato de produzi-lo ou do produto em si. Como no caso de… um texto).
Enfim, espero que este texto, seja um bom presságio.
E continuaremo falando de rotinas, no próximo texto (caso minha presença aqui vire uma rotina).
segunda-feira, 22 de junho de 2020
Mascarado Mundo
domingo, 21 de junho de 2020
Superando a fobia
Que saudade que eu tava de sentar aqui no meu quarto, com essa página em branco, no meu notebook, para compartilhar com vocês algumas palavras nesse dia que assumi aqui, anos atrás...!
Acontece que na Sorridents, aqui de Caçapava, fui muito bem recebido, e por isso, lá fui eu.
O tratamento terminou, mas as parcelas no cartão de crédito ainda perdurarão durante mais alguns meses!
Hoje estou livre do quê me atazanou durante uma boa parte dos anos vividos.
Um prazerzaço ter escrito direitinho, no dia 21, nesse mês!
Também estou feliz pelo movimento e pelas novas almas que estão escrevendo conosco aqui no blog (bem pelo retorno de alguns velhos amigos conhecidos também)!
Ótimo mês à todos. Dia 21 do mês que vem, venho escrever um pouco mais.
Nesse meio tempo, vamos prestigiando o talento dessa galera linda que se dedica a estar aqui!
sábado, 20 de junho de 2020
Autoridades
Quando chegava nas comunidades impunha a autoridade que desejou desde criança. Ultimamente se sentia como o presidente, mostrando quem é que mandava, sem ter que tolerar conversa fiada. Ainda no caminho brincava com os amigos na viatura, “hora de desestressar”.
Em Alphaville era diferente. Quando desceu do carro e instintivamente levou a mão à arma, sentiu logo um cutucão do amigo. Lá isso não era necessário, nem aconselhável. Sobretudo para a denúncia de briga de casal. Uma simples e rápida conversa resolveria tudo civilizadamente - termo com o qual o Soldado implicava, por ser um militar e não civil.
O lado bom é que estava entre gente de bem, entre admiradores que tiravam selfies com os soldados em manifestações e que admiravam o presidente. Só não diria que se sentia em casa pois nunca havia visto casas tão deslumbrantes.
Tudo correu bem entre os dois passos que separavam a viatura da metade da calçada. Antes mesmo de pisar no gramado que levava à porta de entrada o Soldado foi surpreendido pelo proprietário que abriu a porta aos berros. Desde que entrou na polícia nunca havia sido tão insultado, arriscava dizer que nunca na vida havia sido tão humilhado.
Foi chamado de filho da puta, de corno, de merda do caralho. Ouviu xingamentos e ameaças que não toleraria nem do próprio pai. Ah, que saudade da periferia…
Achou melhor não criar caso. Não era covardia, era um recuo estratégico. Alguma explicação apareceria para tudo aquilo. Talvez um mal entendido. Até o presidente baixa a cabeça e se cala quando o Trump quebra promessas e o prejudica. O importante era respeitar a autoridade e todo mundo tem uma autoridade à respeitar.
O Soldado teve um dia ruim, mas passaria. Talvez tenha sido algum engano e tudo seria resolvido da melhor forma, afinal, eram todos pessoas de bem. No dia seguinte, com sorte seria encaminhado para a periferia e poderia se livrar de todo aquele estresse.
Sim, tinha a certeza de que era uma peça fundamental na manutenção da lei e da ordem, principalmente diante de baderneiros que tentavam barrar o avanço do país. Não seria um pequeno detalhe que o desviaria do caminho certo. Para isso se tornou Soldado e ninguém atrapalharia sua missão.
Com olhos marejados, pensou que não foi por acaso que o governo protegeu o Trump e defendeu a polícia na ONU. Todo mundo tem uma autoridade à obedecer e o importante era manter a lei e a ordem. Talvez o homem de Alphaville estivesse mesmo correto. Para que chamar a polícia para uma briga de casal? Deve ter sido coisa de mulher histérica, que surta por qualquer coisinha.
O dia seguinte seria da periferia. Ah, que saudade da periferia...
quinta-feira, 18 de junho de 2020
beijo em prosa e beijo em poesia
terça-feira, 16 de junho de 2020
PAISAGENS
segunda-feira, 15 de junho de 2020
Notícias do Brasil
Mulher cis-gênero e heterossexual. Nem branca, nem preta e das duas cores ao mesmo tempo. Também é da cor transparente. Um pouco careta. Morou um ano em Manchester, na Inglaterra, e desde então não sabe bem qual é o seu lugar no mundo. Por enquanto, mora em São Paulo e morre de saudades dos amigos espalhados por diversos canto do planeta. Cursou nutrição, mas tenta trabalhar como cientista de dados.
domingo, 14 de junho de 2020
.
amanhecemos com
- na ponta da língua
como no papel -
um dia de cada vez
(amanhã, talvez)
menos notícias e café
no café
terminar a sessão de louça
ou ioga esboçadas
olhar generosamente como rito
o preparo de comida de verdade
(amanhã, talvez)
mas numa piscada mais longa
de sono horror ou preguiça
de repente
algo já não é colocado em seu lugar
e então mordemos
por dentro da boca
a pele já inchada de outras mordidas
e coçamos a ferida
quase cicatrizada
e açúcar depois dos dentes
a essa hora
já bem escovados
e as palavras que podiam
ter sido mais amargas
ou o contrário
e por pouco esquecemos
por segundos desistimos de interromper
os pequenos maus hábitos
e perdemos o entendimento
da sua proporção
confusos entre
o autocuidado
e a autopiedade
seriam pequenos afagos
no meio do caos
ou pequenos reflexos
de pulsão de morte
não identificados
meme em forma de yin-yang:
um pouco de droga
um pouco de salada
.
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Barco
terça-feira, 9 de junho de 2020
O mar em mim
Seja pelo encanto e violência das ondas bailando e se quebrando nos rochedos, pelos seres ocultos em profundidades por nós jamais alcançadas, por nos afastar e aproximar de nossos irmãos extracontinentais. Seja por seus sons e suas cores... o azul esverdeado, o verde azulado, o branco das espumas, o prateado das sardinhas e o vermelho dos corais...
domingo, 7 de junho de 2020
¡Que no se te pierda el alma!
sábado, 6 de junho de 2020
Acordares distantes
veio no sussurro
das palavras.
Do bom dia
do café
prometido
adiado.
Um acordar de
gosto
compartilhado
nos desejos atos:
das grades tombadas,
da simplicidade
gingada
passeando
entre danças, transas.
Amanhecendo em
risada.
Fabrício Zava e Renata Cirilo Projeto #aoamor
Sou libriana, com ascendente em libra. Ou seja, uma perfeita CABEÇA DE VENTO! E o vento é bom. Ele não fica parado, se move, percorre lugares, conhece coisas e toca pessoas!!! Nasci em São Paulo que me assusta por seu conservadorismo e me encanta pela sua diversidade. Sou formada em ciências sociais, trabalho com gestão e produção cultural e persigo a escrita: às vezes a maré da textos, às vezes não. tabualiteraria.blogspot.com.br
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Não tem carneirinho certo
Cleyton Cabral vê história em tudo. É contista, dramaturgo, publicitário e faz bico de poeta.
@cleytoncabral
www.cleytudo.com
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Fui de Recruta a Pro no call of duty mobile.
quarta-feira, 3 de junho de 2020
A velha e o botão
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Netflix and Chill
Netflix and Chill
Se bem que, nem isso é o bastante, pois sempre volta a nossa cabeça aquela série que tinha tudo pra ser épica, mas que no final estragaram com um roteiro ruim e decepcionante...
Mas enfim, acho que 16 cm de texto está bom!
Bye











